Embora muitas pessoas ainda lêem os livros tradicionais, cada vez mais os e-books chamam a atenção, muitas vezes levando as pessoas até a deixarem seus marcadores de páginas de lado. Confira abaixo cinco características que fazem as pessoas comprarem livros eletrônicos.
Algumas pessoas se seguram para não aderir à tendência, acham um absurdo a comparação entre um livro e um e-book, mas no primeiro contato elas podem se surpreender. Falta de contato com os e-readers? Eles não são acessíveis? O Kindle da Amazon, o Reader da Sony e o Nook da Barnes & Noble antes estavam indisponíveis para as pessoas que moram fora do EUA, mas hoje vários produtos do segmento já atuam no mercado global. Além disso, o preço também pode ser um fator importante para o sucesso desses dispositivos.
E segundo a PC Magazine, o Kindle ficará livre de impostos no país a partir do mês de Outubro. Já é um começo.
1. Marcação Social
A capacidade de marcar citações e passagens e facilmente encontrá-las depois é uma característica chave que mantém os e-books à frente dos livros tradicionais. Esta atividade pode também ser social – uma página da Amazon Kindle destaca as passagens mais marcadas de todos os tempos.
É preciso acrescentar que uma característica que muitos sentem falta nos livros tradicionais é o toque pessoal, por exemplo, quando você recebe um livro de um amigo com suas passagens marcadas. Existe algo um pouco impessoal nas marcações eletrônicas. Mas talvez os e-books possam evoluir para permitir um compartilhamento mais pessoal de marcações, talvez até imitando o seu estilo de escrita.
2. Notas
A capacidade de criar novas e facilmente visualizar notas arquivadas é uma grande vantagem para os e-books. Em vez de rabiscar pequenos trechos nas margens de um livro, você pode digitar uma nota clara em seu eReader.
3. Busca por Significado de Palavras
Um exemplo, os leitores de poesia sabem que os poetas modernos gostam de usar palavras grandes e esotéricas. Então basta você clicar na palavra para que a definição seja exibida abaixo. Muito útil e pode ser algo que fará com que os e-books ganhem alguns leitores dos livros tradicionais.
4. Capacidade de publicar Tweets ou Atualizar sua Página do Facebook com Citações
O usuário @Tooq comentou via Twitter que gosta de poder enviar citações de livros por tweets ou pelo Facebook pelo Kindle. Esta funcionalidade foi introduzida ao Kindle 2.5 no final de Abril.
5. Busca
Você pode procurar por temas ou palavras-chave dentro do seu e-book, ou na web. Similar ao recurso word look-up, isto é algo que aumenta a experiência de leitura.
Esses recursos são apenas o começo da capacidade dos e-books. Como disse o autor do ReadWriteWeb Curt Hopkins, “O formato do e-book tem possibilidades inerentes à multimídia: trailers, background e materiais de referência, entrevistas, atores recitando os poemas dos livros.”
Esses recursos de multimídia provavelmente precisam vir das editoras, em vez dos fabricantes de eReaders.
E você leitor, qual recurso fez com que você adotasse os e-books? Ou, caso não tenha “largado” o bom e velho livro, o que falta para os e-books lhe conquistarem?
O Twitter deu os primeiros passos para começar a inserir tweets patrocinados e trending topics na API que os desenvolvedores terceiros usam para exibir resultados de busca aos usuários. Os recursos estão sendo desenvolvidos e já foram anunciados, mas nenhum anúncio aparecerá até uma data ainda indeterminada.
O evangelista de desenvolvimento Matt Harris em um email para os desenvolvedores do Twitter afirmou que a inserção de anúncios será testada em beta com um grupo seleto de desenvolvedores antes que esteja disponível para todos. E, talvez a maior novidade: o Twitter irá compartilhar suas receitas com as aplicações que apresentam os anúncios. “Ainda estamos discutindo o valor exato,” disse Matt. Embora a opção de exibição de anúncios seja opcional, colocar anúncios na busca e no trending topics é uma maneira discreta de servi-los. É muito melhor do que as pessoas temiam: anúncios colocados diretamente na stream de usuários do Tweetdeck, Seesmic ou outros aplicativos. O Twitter recentemente anunciou quebaniria os clientes de inserirem seus próprios anúncios na stream, ou mesmo as ferramentas para veiculação de publicidade no próprio serviço. Liberar para os desenvolvedores de apps uma nova alternativa de monetização é um caminho natural. Estamos curiosos para ver o desenrolar desta história, pois startups como a Ad.ly, ou mesmo o Adbird da Boo-box podem ter que alterar drasticamente seus modelos de negócio.
Será que esses Anúncios Vão mexer com a receita?
A parcela da receita pode ter um impacto interessante para muitos clientes do Twitter que possuem suas próprias ad networks, que podem ver uma monetização significativa, dada a tração que se espera que o Twitter virá a ter do ponto de vista comercial.
Só o tempo dirá – mas este, aparentemente, é um passo importante que os usuários e desenvolvedores do ecossistema do Twitter já estavam aguardando.
O Foursquare diz que está tentando negociar com todos os principais motores de busca para indexar dados de localização dos checkins dos usuários. Ficamos sabendo que a Google pode estar em conversações com todos os principais players do mercado de redes sociais baseadas em localização. O que um gigante motor de busca pode fazer com check-ins e anotações de localização das pequenas startups? Vejamos.
As parcerias pagas entre a Google, Microsoft e o Yahoo com o Twitter, Facebook, MySpace e outros poderiam servir de modelo, mas a localização também oferece novas oportunidades. Não é surpreendente que numa web tão dependente da Google, existam novos tipos de sites emergentes tão valiosos que podem cobrar dos gigantes motores de busca pelo seu conteúdo? Aqui estão algumas possibilidades do que a Google pode fazer com este conteúdo.
Busca em Tempo Real
No ano passado a Google passou a incluir tweets, posts novos de blogs e outras coisas ao vivo na página de resultados de pesquisas mais populares. As redes sociais mobile baseadas em localização, seus comentários e sugestões podem ajudar a preencher esse tipo de resultado de pesquisa por determinados locais e palavras-chave.
Procurando por informações de um grande jogo de basquete? Porque não incluir notas e dicas nos resultados de pessoas que fizeram o check-in no jogo na mesma hora? Em geral, os check-ins têm um grande potencial. O aplicativo social de TV apoiado pela Google, Miso, ou o aplicativo de check-in GetGlue os check-inspoderiam ser inclusos nos resultados, fazendo com que os eles fiquem mais atualizados.
Mapas Super Sociais
Por que não incrementar ao vivo a busca de mapas com as notas de check-in de localizações, anotações, dicas, etc? Imagine procurar indicações para um local e ser informado de quantas pessoas e quais amigos fizeram o check-in lá pelo Loopt, Whrrl ou Foursquare. Assim o serviço não fica preso nas reviews de restaurantes do CitySearch e do Trip Advisor, aproveitando as dicas rápidas das redes de localização. Parece uma ótima ideia.
Busca Móvel
Não é preciso entrar em muitos detalhes neste ponto: O conteúdo de aplicativos de check-in seria uma adição lógica para os resultados de busca móvel. O crescimento das layers de marca das localizações com conteúdo de anotações significa que uma busca móvel pelo Google pode se tornar uma busca por conteúdo próximo publicado pela Independent Film Channel, pelo Huffington Post, etc. Isso faria com que a busca móvel e as redes locais ficassem mais atraentes para todos.
Privacidade, monetização, relevância, personalização, estratégias temporais e outras questões ainda precisam ser discutidas. Essas redes ainda são muito pequenas. A maior delas, o Foursquare, possui apenas 2 milhões de usuários. Isso é menos de um quarto do tamanho do StumbleUpon, por exemplo, e pouco mais de um terço do tamanho da plataforma de blogging Tumblr.
O potencial das redes sociais baseadas em localização é enorme. E os motores de busca sabem disso. É por isso que eles estão conversando com estas startups. Para essas empresas, esse tipo de monetização pode também ser um ótimo caminho para financiar suas inovações contínuas.
A RIM, fabricante do BlackBerry lançou recentemente seu aplicativo móvel oficial “Twitter para BlackBerry” para os usuários pelo site BlackBerry App World, que pode ser encontrado na categoria “social networking”.
O aplicativo, que estava na versão beta desde Abril, suporta todos os recursos que se espera de um aplicativo móvel para Twitter, incluindo o acesso às timelines, os replies, mensagens, as trends e os perfis. Mas também inclui várias opções especificas do BlackBerry, incluindo as push notifications, as hotkeys e a integração com aplicativos chave do BlackBerry.
BlackBerry: Ainda se Fortalecendo
Embora a cobertura das atuais notícias possa fazer com que você pense o contrário, a linha de smartphones BlackBerry da RIM ainda é popular, tanto nos negócios quanto com os usuários. No entanto, os números de uso da web móvel do BlackBerry variam muito, a Quantcast relatou um crescimento de 10% na América do Norte (consumo de web móvel, Maio de 2010), a AdMob afirmou que o crescimento no mesmo território foi de 7% (Participação do SO, Maio de 2010) e a Percent Mobile alegou uma bolada de 22% (consumo de web móvel, Maio do 2010).
Os números baseados nas unidades vendidas colocaram a RIM no top 5 do ranking de vendedores de smartphones no mundo todo, deixando a Motorola de fora – uma mudança que demonstra a força que ainda existe na velha plataforma BlackBerry. De fato, a RIM foi a única fornecedora do top 5 com foco específico em smartphones.
Twitter para o BlackBerry – “A Versão Oficial”
Já existiam vários aplicativos disponíveis do Twitter para o BlackBerry, mas nenhum deles tinham a vantagem de serem chamados de aplicativo oficial.
Mas, ao contrário do aplicativo “Twitter para o iPhone”, a variação do BlackBerry não foi lançada pela plataforma de microblogging em si, mas sim pela RIM (em um esforço para permanecer relevante para o aplicativo?).
A lista completa de características “rivais” aquelas encontradas em qualquer aplicação terceira são as seguintes:
Push Notifications para Mensagens Diretas
Suporte à Timeline
Seguir e ser Seguido
Postar, Enviar, Deletar, Responder e dar Retweets nos Tweets
Busca por Usuários/ Proximidade/ Palavras-chave/Salvas
Tweets de Fotos e Links
Trending Topics
Integração com os aplicativos do BlackBerry
Encurtador de URL
Auto-Update
Citação de Tweets (edição de retweets)
Auto complete para @ nomes de usuário
Visualização de Fotos do Yfrog e do Tweetphoto
Ver Tweets com geotags
Proteção de Informações Pessoais
Hotkeys para Navegação
Relatório de Spam
Suporte para os idiomas holandês, indonésio, japonês, coreano, português (europeu), russo e turco.
Apesar de suas capacidades de rede social, o Twitter é uma importante ferramenta para muitos usuários corporativos que precisam acompanhar os furos de notícias e outras informações relevantes, fazendo dele um ótimo parceiro para o BlackBerry e seu sistema de notificações push.
De acordo com o site AppWorld, o aplicativo funciona em todos os dispositivos de todas as operadoras, em todos os países, exceto China.
Um mês após o Twitter ter anunciado a aquisição da Dabble DB e da Trendly, parece que os novos membros da equipe de analytics estão para lançar seu primeiro projeto. “O lançamento de um novo app um mês após o negócio ser fechado parece ideal para mim”, afirmou o novo funcionário em seu twitter.
Os aplicativos originais da equipe ajudaram os usuários a descobrir tendências significativas nos seus dados do Google Analytics. Ambas as partes do acordo indicaram que o trabalho interno do time no Twitter seria uma extensão do que eles já estão fazendo.
A equipe do Twitter está sendo cautelosa sobre o assunto, mas os tweets não mentem. Recentemente, Luke Andrews twitou: “Na fila de deploys do Twitter! Ansioso para ver a primeira obra da minha equipe lançada.”
Então o que seria isso que estaria pronto tão rápido? Trendly para o Twitter? Analytics do Twitter mais o Google Analytics na mesma interface? Um sistema de mensuração para promoções de marketing executadas pelo @earlybird? Atualmente o Twitter se tornou o motor de busca que cresce com mais rapidez em todo o mundo – talvez esta equipe só esteja criando um analytics como o Trendly para isso. O site do Trendly ainda está ativado, e é bem interessante.
O que Isso Significa para Você?
O Twitter está construindo muitos novos recursos, até então testadas por um seleto grupo. Essas ofertas estavam sendo lentamente implementadas no desenvolvimento da empresa, mas parece que agora ela acelerou o passo.
Se você tem uma empresa que está considerando algum investimento em algum serviço de analytics do mercado, seria melhor segurar a carteira por enquanto, pelo menos até o desenrolar desta história.
Se você está no mercado de venda de serviços de análise de mídia, então cuidado! Vale a pena ficar de olho no que a Team Trendly está preparando, antes que possa prejudicá-lo em alguma perspectiva de venda.
Seja quem você for, o Twitter é deliciosamente alimentado com links em tempo real 24/7 e outros dados diversos. Um novo serviço de analytics parece ser uma jogada certa da empresa.
Durante dois dias foram discutidos em São Paulo algumas novas modalidades de relacionamento com o consumidor/usuário a partir das mídias sociais. Não somente as Social Medias, como o nome do evento, mas foi até um pouco além. Ponto positivo. Ponto negativo para a (des)organização que não ofereceu rede wi-fi estável e rápida (foi justamente o contrário). Como um evento de internet é provável que vários participantes, com notebooks e até alguns iPads, queiram cobrir tudo real time, como também era a nossa ideia.
Isso sem contar as pessoas que tiveram problemas com o credenciamento. Na chegada, por engano entramos na fila para esse fim e permanecemos por mais de 10 minutos e uma pessoa somente havia sido atendida. São fatos que agora são irrelevantes, mas participantes que pagaram cerca de R$ 360 mereciam, pelo menos, uma estrutura melhor.
Saúde na Web – A primeira manhã contou com a presença da consultora norte-americana Sara Holoubek, CEO e fundadora da Luminary Labs. Sara, que mudou o tema da sua apresentação para “Saúde, Dados Pessoais e Redes Sociais” – estava acertado de palestrar sobre as mudanças do consumidor online –, explicou a alteração de assunto pela preocupação com a saúde da população mundial.
O apelo principal foi o aumento dos casos, principalmente, de obesidade, má alimentação, hipertensão e diabetes em toda a população, inclusive entre o pessoal 2.0. “Existe um olhar no futuro e ao mesmo tempo em que prejudica, a web pode nos ajudar”, diz. Com muitos exemplos, a consultora comentou do website Fitbit, que controla e monitora com um aparelho calorias ganhas e perdidas (inclusive durante o sono). Já o portal norte-americano dos Vigilantes do Peso, que com a ideia de monitorar os pontos em calorias consumidas, criou um aplicativo para iPhone.
Esse compartilhamento de histórias e conhecimento é como um canal social do gênero que realmente existe. O Patients Like Me é uma espécie de Orkut para problemas de saúde. A rede, fundada em 2004 por três engenheiros do MIT, tem a função de aproximar profissionais da área de saúde, organizações de pesquisa, indústrias e pacientes, dividindo ferramentas, informações e experiências para contribuir com um melhor diagnóstico ou um tratamento de uma doença.
Sara ficou curiosa e pesquisou por meses como as pessoas se comportam quando querem perder peso ou pesquisar sobre alguma doença na web. Por isso, a pergunta que ficou era: “Quais são as maneiras de dividir conhecimento?” A ideia central que Sara quis passar é a ajuda com a colaboração, assim como o Bluetooth, que para ela é o estetoscópio do futuro.
Fuck The Line, a total convergência
Bruno Tozzini, coordenador de mídias sociais da DM9, começou o primeiro dia discutindo a lisérgica energia que vem das redes sociais, as ações que abordam conceitos pouco comuns para transmitir uma mensagem ou posicionar um novo produto. O criativo apresentou o pré-case, a ação ainda está acontecendo do “Volta Ferrorama”. Após a análise de que nostálgicos se uniram no Orkut com a criação de uma comunidade do mesmo nome da ação, Tozzini e equipe apresentaram um projeto aos executivos da fabricante Estrela de voltar a comercializar o adorável trenzinho, sucesso nos anos 70. O publicitário já havia feito em fevereiro o Tuitorama, ação com outro brinquedo da fabricante, o Autorama, que seguia a movimentação dos carrinhos de Fórmula 1 por meio de tweets e hashtags.
O desafio do “Volta Ferrorama” era “trilhar” os últimos 20 Kms do caminho de Santiago de Compostela na Espanha com os trilhos próprios para o trenzinho passar. Embarcaram na experiência Markora –- o criador da comunidade na rede social – e uma pequena equipe, que incluía também o blogueiro e redator Chico Barney para “auditar” a ação.
O que mais foi discutido nesse projeto foi a ideia desvairada para fazer valer uma ação que retorne a lembrança do brinquedo e com o sucesso do desafio levá-lo novamente à realidade, às vendas. Tozzini chamou o conceito de Lisergia Social Digital, o LSD 2.0.
Os dois planos são exemplos que contam com uma ótima ferramenta de mobilização pelas redes e um desafio que acontece no ambiente offline. Outros projetos, da chamada LSD 2.0, tomam forma a partir de piada internas que viram piadas mundiais, sem fronteiras. Uma das mais recentes – não tem apelo comercial (pelo menos não diretamente) – já não é preciso citar a moção global para calar certo locutor de futebol.
Ficção na realidade, como fakes que ainda são um sucesso como Hugo Gloss e Victor Fasano criaram um mundo paralelo. Alguns não possuem, mas o branding sempre existiu, só é preciso alinhar ideias e necessidades. O Ferrorama também faz parte do modelo conceito #tripstreaming, um plano que se remete à cobertura de viagens – como foi o caso, em que os desafiados foram para a Espanha -, criado por Tozzini e comentado com muito bom-humor em seu blog. Em resumo, essa ideia define que um canal de mobilização já não é mais suficiente. O projeto tem cobertura sob variados canais, seja foto, vídeo, microblog, rede social, às vezes mobile e quase sempre ligado a uma aproximação presencial, seja com o público ou com o desafio proposto para a meta.
“Não existe mais separação entre on e off, é a total convergência”, finaliza.
Facebook, um adendo
O gerente de expansão do Facebook no Brasil, Julio Vasconcellos divulgou dados em que se constatou que usuários da rede esperam mais experiências sociais com conteúdo, texto e o Live Feed, o recurso que pode ser usada para eventos corporativos. O intuito é gerar a interação em tempo real via chat, áudio e vídeo.
A única novidade que Julio falou em sua apresentação foi o incremento e o desenvolvimento dessa ferramenta. O resto todos sabem. Há também o estímulo dentro da rede para o crowdsourcing, algo já bem discutido inclusive por Chris Anderson, em passagem pelo Brasil na metade de junho. A ferramenta do Live Feed quer aumentar ainda mais a participação de empresas no canal, movimentar a visibilidade corporativa e a ampliação da geração de eventos associados a produtos e marcas.
Um update: o Facebook conta hoje com cerca de 500 milhões de usuários ativos – Mark Zuckerberg afirmou recentemente que a meta é 1 bilhão até o final de 2010 e, no entanto, quer entrar forte nos mercados chinês, indiano e russo.
O filme “The Social Network”, dirigido por David Fincher e baseado no CEO de 26 anos, será lançado em outubro e já tem teaser do trailer (que não diz nada, mas já cria o clima de suspense com a frase “Você não consegue fazer 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”).
Novas oportunidades para autores independentes
Para quebrar todas as barreiras entre a batida discussão “o papel ou o leitor?” apareceu Newton Neto, diretor executivo da Singular Digital, divisão da Editora Ediouro. Na verdade, Neto não perdeu tempo com conversas infindáveis e apresentou os novos projetos da editora carioca há 70 anos no mercado, impressão sob demanda e o aumento da biblioteca virtual da empresa.
Com sites como Wordclay, Blurb, Smashwords e o Wiki Books, autores independentes tem a oportunidade de lançar seus próprios livros digitais, com exceção do Wiki Books, que também pode ser impresso, dependendo da vontade do usuário de pagar (somente) pela impressão. A grande maioria dos portais é gratuita e assim como uma loja de aplicativos, o valor do “aluguel” é feito pela comissão da venda de livros. “Os escritores tem a chance e precisam correr atrás porque as editoras estão, cada vez mais, perdendo espaço”, esclarece o executivo.
Para o diretor, o desafio é mapear onde estão os leitores, seja para a editora ou para o autor digital. Muitos escritores, por exemplo, divulgam seus livros – para um público específico, na maioria das vezes – em suas próprias redes, além de eventos e outros blogs. Uma ótima amostra que Neto apresentou foi o lançamento do novo livro de Rubem Fonseca, “O Seminarista”, que com um hotsite incrível, conteúdos especiais e até um trailer, fez a diferença nessa estrutura de divulgação editorial.
E como uma rede social segmentada para quem gosta de livros, Verena Petitinga, gerente de produto da Infoglobo, indicou seu projeto, O Livreiro. “Gentóloga”, como se apresentou, a gerente afirmou que a geração do “Yes, We Can” (ou a Geração Y, se preferir) é um dos públicos que mais apoia a segmentação em nichos, no caso, do mercado literário. A rede tem um ano – foi lançada em 2009 no Festival Literário de Paraty, a Flip – e conta atualmente com 82 mil usuários – de 15 a 35 anos. No ar está a versão beta e uma nova edição será lançada em agosto. “As mudanças foram sugeridas totalmente por nossos usuários”, explica.
O que mais importa, segundo ela, não são as tecnologias, é a prática da leitura constante. Essas redes são um forte estímulo à leitura e ao aprendizado. No caso de O Livreiro, os leitores também recomendam outras publicações aos seus contatos, o que aumenta o nível de troca de informação pelo canal. “Caminhos assim nos aproximam do novo consumidor, o que não compra mais tanto pela propaganda, mas pela recomendação de contatos e outros usuários”, conta Verena.
>> Amanhã voltamos com a segunda parte da cobertura. Para acompanhar, siga-nos no Twitter e no RSS.
O Twitter ativou recentemente seu novo recurso tweets “populares” em sua página de busca, colocando os três tweets mais populares no início de cada resultado de busca. Anteriormente, os resultados de busca eram entregues em ordem cronológica reversa, e não pela sua relevância.
Além da nova funcionalidade de busca estar no search.twitter.com, ela também foi ativada na API de busca do Twitter, então veremos este tipo de coisa em clientes do twitter também.
Não se confunda se os resultados da busca popular não estão aparecendo quando você pesquisa diretamente da homepage do Twitter, você precisa ir no search.twitter.com para que os novos resultados apareçam. Por alguma razão, a busca através da barra lateral direita mostra apenas resultados ordenados por tempo.
O Google Group da API do Twitter disse em relação a maneira que serão ordenados os tweets:
Com este novo projeto, queremos fazer tornar a busca em tempo real ainda mais valiosa dando a oportunidade do usuário encontrar os melhores tweets sobre um assunto em particular, considerando a freqüência, mas também as interações com o tweet. Isso significa analisar o perfil do autor, o número de retweets, de favoritos, de pessoas que responderam, e muito mais. É um algoritmo em evolução sob o qual o twitter interará por muito tempo.
A busca do Twitter entregará somente três resultados, mas a API deve fornecer mais caso necessário. A API é opt-in, como escrevemos em outro post, e possui a capacidade de fornecer ou somente resultados recentes, ou apenas os resultados populares, e uma mistura dos dois.
Estamos curiosos para saber como isso pode ser usado com a variável de geolocalização. Será que vamos ver uma funcionalidade semelhante na location trending do Foursquare ou Gowalla? O que significa identificar tweets como hubs singulares de conversação, como vemos no Techmeme? Os trending topics são isso, assuntos rodeados por muitos tweets. Isso tira o foco da multidão que fala sobre um assunto, e o coloca em alguns tweets com os quais a multidão está envolvida. Nós já vimos implementações semelhantes com clones do TweetMeme, mas agora que está na API, o que veremos de novo?
Quando se fala de Wikipedia, quase todos os professores de jornalismo imediatamente afirmam que a enciclopédia colaborativa não é confiável o suficiente para ser usada como fonte, já que pode ser editada por qualquer um a qualquer momento. Mas será que ela é menos confiável que a imensa blogosfera e outras fontes de notícias online? A discussão é bastante interessante e lembra um pouco da crítica da revista Veja a enciclopédia colaborativa que ocorreu no Brasil em 2005.
Eu acredito que a Wikipedia seja uma fonte boa e confiável para notícias contextuais e informações, e deve ser utilizada por todo mundo como recurso, inclusive estudantes. Minha opinião é que, assim como qualquer enciclopédia, não acho que o site deva ser citado como fonte de referência. No entanto, é um excelente ponto de partida para que os alunos iniciem sua pesquisa e comecem a entender o assunto ou tema que irão abordar.
A Luta por Conteúdo em Tempo Real
A palestra contou com jornalistas do New York Times, SeattlePI.com, Journerdism.com e do Gizmodo, todos defendendo que conteúdo criado por usuários, seja tweets, vídeos do Youtube ou outros, podem e devem ser utilizados na cobertura de furos de notícias. Todos os palestrantes concordaram que esse conteúdo deve ser verificado de alguma maneira e deve ser apresentado ao público com um elevado grau de transparência.
Salas de Imprensa Por Toda Web
A repórter do SeattlePI.com, Monica Guzman, falou também sobre a cobertura de um furo de notícia de seu site, se trata de um tiroteio e a busca do criminoso nos dias seguintes. O SeattlePI, antigamente um jornal impresso, migrou para a web tem quase um ano. A maioria dos furos do dia em questão, segundo a repórter, veio do Twitter.
“A mídia colaborou com ela mesma, e foi uma grande agitação de “repórteres” no Twitter”, disse Guzman. “Acabamos usando tweets como pontos de partida. E no final, o Twitter havia colaborado com muitas informações.”
O SeattlePI enviou repórteres para verificar pessoalmente nas ruas algumas das informações, mas como foram verificadas as outras? “Senso Comum”, respondeu a repórter.
O Seattle Times, segundo ela, contou com mais de 500 pessoas colaborando no Google Wave para reunir informações sobre a mesma história.
Wikipedia Assumiu a Cobertura dos Ataques de Terroristas em Mumbai
Então chegou a vez da repórter Moka Pantages para discutir como a comunidade da Wikipedia abordou os atentados de Mumbai em 2008. Embora algumas pessoas falem que a Wikipedia não é confiável, neste caso específico, sua cobertura deste furo superou em muito o que geralmente vemos em blogs normais e jornais tradicionais.
Um usuário em particular, Kensplanets, se destacou na cobertura, utilizando como fonte as últimas notícias da IBN.com. Em casos como este, o aspecto crowdsourcing não só permite múltiplos pontos de vista, mas também uma agregação de vários pontos de vista de diferentes idiomas e regiões.
“Não se trata somente de informações do EUA,” Pantages explicou: “Você tem o New York Times, o Reuters, Times of India, estão todos lá.”
Pantages ainda disse que até o final do primeiro dia de vida do artigo na Wikipedia, ele tinha sido editado 360 vezes, por 70 editores diferentes, com 28 fontes distintas de referência pela web. Embora isso pareça uma situação repleta de confusão e desorientação, a constante discussão que envolve a criação de um artigo, explica Pantages, é “muito semelhante ao que você acha que deveria ser uma sala de imprensa”. No entanto, continuamos a menosprezar a Wikipedia como uma fonte confiável de notícias. Hoje, o mesmo artigo sobre os ataques em Mumbai de 2008 possui mais de 43.000 palavras com mais de 150 fontes citadas e contou com 1.245 editores.
Wikipedia Como um Agregador de Notícias
Assim como outros serviços de agregação de notícias, a Wikipedia centraliza várias fontes pela web, mas com a vantagem do controle de veracidade humano em vez de algoritmos.
“Não existem relatórios em tempo real na Wikipedia, somente agregação em tempo real,” diz Pantages.
O primeiro nível de triagem da informação já ocorreu no momento que as informações vão para o site. Então, as centenas ou milhares de editores continuam a examinar as informações, discutir as edições e as mudanças em potencial dos canais. As notícias que lemos nos jornais, por outro lado, são analisadas por um pequeno número de pessoas. Certamente, há a questão da qualificação, mas muitos dos colaboradores e editores da Wikipedia são profissionais.
Com isso, se estamos dispostos a considerar conteúdo crowdsourced (tweets, atualizações de Facebook, blogs, vídeos ou qualquer outra fonte) como fontes de informação válida para o mundo, então, uma coleção dessas fontes, cuidadosamente analisadas e com as informações mais importantes sobre o mesmo assunto, assim como encontramos na Wikipedia, seria ainda mais confiável, e não menos.
As mídias tradicionais transmitem furos de notícias incorretas o tempo todo, e mesmo assim aceitamos. Difamar a Wikipedia pelos mesmos erros significa julgar por normas desiguais. Além disso, você provavelmente nunca verá o mesmo nível de transparência na mídia tradicional sobre onde ela errou.
Muitos de vocês provavelmente nunca ouviram falar do projeto Ellerdale até esta semana, com o anúncio do Twitter de que ele seria um dos novos parceiros da empresa para receber seus dados na firehose, um stream de todos os tweets passam pelo serviço que antes eram prioridade para os gigantes como Yahoo, Google e Microsoft.
É bastante interessante o que o Ellerdale está fazendo com os 50 milhões de tweets diários, o serviço usa um inteligente motor de análise de dados para analisar o contexto e os links dos tweets, combinando essas informações com outras fontes de dados como feeds RSS e conteúdo da Wikipedia. Tudo isso para criar um mecanismo de pesquisa em tempo real e um rastreador de tendências que fornece muito mais do que uma lista de tweets, mas uma visão geral das conversas que estão acontecendo no mundo.
Lançado no final de 2009, o Ellerdale que ainda está em fase de testes alfa, mas já rastreia fontes de dados por toda web, principalmente no Twitter, e examina os tópicos que estão sendo discutidos. Em seguida ele separa essas conversas em categorias como “pessoas”, “esportes”, “política”, “música”, “televisão” e muito mais. Cada categoria contém tópicos de conversação e sub-tópicos. Por exemplo, na categoria “pessoas”, “Sarah Palin” é um tema de conversa e os sub-tópicos são “Tonight Show” e “Jay Leno”, por sua recente aparição nestes programas de TV.
Você pode clicar em qualquer um dos tópicos ou sub-tópicos para saber mais sobre o que está sendo discutido. Embora a melhor característica do Ellerdale seja sua capacidade em destacar esses tipos de tendências, você também pode utilizá-lo para pesquisa na web em tempo real.
Qualquer página de tópicos do Ellerdale fornece uma grande quantidade de dados. Há resumos fornecidos por fontes como Wikipedia, Freebase (banco de dados semântico), New York Times e mais. Os tópicos relacionados são listados acima do fluxo de mensagens na página principal de cada tópico. À direita se encontra um gráfico da popularidade da palavra-chave ao longo do tempo, e você pode visualizar dados da última hora, dia, semana ou mês. Também à direita está uma lista top artigos de toda web, classificados pelo número de vezes que foram mencionados no Twitter. Essa lista pode até ser enviada via feed RSS.
E não vamos esquecer o prato principal, atualizações em tempo real do stream de tweets. Essa stream de mensagens mostra quem escreveu o que, quando e qual cliente do Twitter a pessoa usou, o que seria as mesmas informações que se vê no Twitter.com. No entanto, a homepage do Twitter e os resultados de busca precisam que você atualize para ver os novos tweets e resultados, essa stream atualiza em tempo real à medida que novos tweets são soltos.
Esse motor de busca é somente mais um de muitos que tem acesso ao fluxo de tweets do site. Os outros parceiros novos do Twitter também são serviços de busca e rastreamento incluindo o Collecta, Kosmix, Scoopler, twazzup, CrowdEye e Chainn Search, cada um analisa os dados do Twitter de sua própria maneira. Cada um tem seu próprio nicho, design e características que atraem grupos diferentes de pesquisadores. O Ellerdale é interessante devido a sua capacidade semântica, mas não é o único que oferece esse tipo de vantagem, Kosmix está desenvolvendo seu portal semântico de notícias já tem três anos.
A melhor parte de todas essas parcerias é que estamos prestes a ver surgir na web uma maneira inteiramente nova de pesquisa. Para obter resultados rápidos em tempo real, sempre haverá os principais motores de busca e suas listas básicas de tweets, mas para análise de dados verdadeiros, agora temos novas opções como o Ellendale e os outros.
O rápido crescimento do volume de informação com que lidamos no dia a dia gera a escassez da nossa atenção. A idéia em si não é tão nova, tendo sido explorada a fundo por Thomas Davenport e John Beck no livro “A Economia da Atenção”. O processo se acelerou, primeiro com a Web 2.0 e agora com a Web de tempo real. Com isso as pessoas passam cada vez mais rapidamente pelas sua fontes de informação, como RSS, caixas de email – muitas vezes de forma totalmente superficial – e precisam confiar mais em filtros e recomendações para se informar.
Resultado: a atenção das pessoas virou um patrimônio escasso. Quem a possui pode através dela desenvolver seu próprio negócio.
Com o crescimento do que chamamos de a web em tempo real, ou a real-time web, o conceito da economia da atenção se reforça e gera algumas implicações interessantes. Neste post vamos analisar algumas delas e contextualizá-las em um mercado que vem crescendo no mundo todo, incluindo o Brasil (com serviços como o migre.me , zapt.in e buzzvolume ).
Real-Time, Atenção e a Old Media
Quando se fala em real-time, a primeira coisa que vem a cabeça é o Twitter e seus trending topics – dados consolidados que mostram o que vem recebendo atenção das pessoas em tempo real. Não é um conceito novo: o Google faz este tipo de análise em serviços como o Google Trends e o Hot Trends, mas o assunto ganhou força com o crescimento dos serviços que se propõem a trabalhar em tempo real.
Os grandes players da chamada “Old Media” (jornais, TV, rádio) ainda têm muito que aprender com os veículos digitais. Blogs e portais se acostumaram a reformatar seu conteúdo em altíssima velocidade. Com os serviços de tempo real, combinados aos dados de atenção dos usuários, pode-se mudar a maneira como a mídia, o comércio eletrônico e outros lidam com seus usuários e fazem negócios.
Os dados de atenção das pessoas tem grande valor para qualquer player de mídia, pois uma vez que haja conhecimento do que interessa às pessoas em um dado momento, não existe mais a necessidade de se produzir conteúdo por tentativa e erro (como ainda é feito em muitos veículos). Na web de tempo real, os donos dos bancos de dados de atenção real-time podem lucrar oferecendo relatórios agregados e anonimizados para qualquer empresa que depende de atenção ou audiência para se manter em evidência.
Atencão Versus Opinião
Uma das mudanças na direção da atenção com relação aos serviços da geração anterior é a forma como os dados são captados.
Serviços como o Digg, que dependem de votos, e também serviços que dependem de engajamento ativo como comentários, retweets, links e outros dados captados ativamente, acabam tendo menos velocidade para identificar os pontos de atenção das pessoas – o que inviabiliza sua competição com os players que trabalham em real-time.
Os novos serviços (como o migre.me ou o bit.ly) captam passivamente dados de tempo real, que depois podem ser agregados e comparados com todo o conjunto, gerando um mapa de onde um conjunto de pessoas está olhando em um determinado momento. Um exemplo é o migre.me, que representa no Brasil uma imagem do está passando pelos olhos da Twittosfera (e da blogosfera em menor grau). A diferença é que estes serviços medem unicamente a atenção e não a opinião dos usuários. Mas será que a opinião é tão importante?
Atenção vs Qualidade
Qualidade e relevância também são um fator chave para os veículos de mídias, mas são variáveis que não entram na equação que determina atenção das pessoas. Neste cenário, tende-se a valorizar primeiro o mais rápido – e não o melhor.
Suponhamos que muitas pessoas estejam dando atenção a um tópico específico, visitando sites sobre o assunto. Uma distinção importante a ser feita é que na economia de atenção a qualidade é apenas um fator pontual, e ele não é medido pela atenção. Portanto pode-se esperar que as notícias sobre o assunto de serviços como o Digg, ou o Tweetmeme, tenham mais qualidade e relevância do que os serviços que agregam dados de navegação, como o bit.ly ou migre.me (dado a necessidade de engajamento para geração do seu ranking).
O interesse das pessoas por um determinado assunto em um determinado momento não significa necessariamente qualidade do ponto de atenção. Segundo Manoel Lemos, fundador da Webco (BlogBlogs, Brasigo) e um dos pioneiros a desenvolver serviços de real-time no Brasil, com o Livestream em 2008, não há dúvidas de que a web real-time veio para ficar, mas ela traz um desafio enorme: separar sinal do ruído.
O Pagerank, que mede a qualidade de links (votos) recebidos por uma página, é interessante para se priorizar a relevância entre itens relacionados, mas não pode ser utilizado num contexto em que se visa identificar a atenção das pessoas. Já o Google Zeitgeist – os dados de termos de buscas que o Google armazena – é certamente um dos maiores banco de dados de atenção/intenção que existe no mundo.
Uma suposição é de que as pessoas tendem a buscar sobre o que elas não dominam, mas tendem a falar sobre o que elas sabem ou acreditam saber. Outro possível aspecto é que a curva de envolvimento para fazer uma busca é maior do que simplesmente perguntar as pessoas com as quais você se relaciona (pense naquele amigo que liga para você para perguntar como consertar o PC antes de ir ao Google).
Pode-se também alegar que o universo de usuários do Twitter contém uma massa peculiar de usuários, fato que restringe a efetividade dos seus dados de atenção, mas o fato de todos os olhares se voltarem para o twitter em momentos como logo após a morte do Michael Jackson, ajuda a desmontar este argumento, comprovando a imediatez do serviço.
É fato que a natureza do serviço mudou o jogo e vem trazendo diversas alterações nos modelos de negócio dos seus concorrentes. O Facebook passou a valorizar mais os updates. O Google adicionou resultados de tempo real na busca e lançou o Buzz. E agora, qual a próxima grande mudança que será provocada na web pela internet de tempo real? Não sabemos, mas temos certeza que ela acontecerá rápido.