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[VAZOU!] A Interface do IE9 Ficou Demais!


ie9 logo sep10 [VAZOU!] A Interface do IE9 Ficou Demais!A Microsoft planeja revelar o design do Internet Explorer 9 na próxima semana, mas graças a algum insider um video vazou e agora temos uma boa ideia de como será a próxima geração do navegador da Microsoft. Atualmente a Microsoft só oferece versões “preview para desenvolvedores” do navegador que ainda não contam com a nova interface do usuário. No entanto, os fãs empreendedores do IE9 na IEBest.com conseguiram uma cópia do navegador e gravaram um vídeo com a nova interface.

As primeiras imagens do IE9 vazaram no mês passado e este vídeo confirma que a Microsoft provavelmente utilizará uma interface minimalista e menos carregada como vimos nas screenshots. Como escrevemos no mês passado, parece que a Microsoft acabou com os botões de menu e liberou ainda mais espaço ao combinar a barra de endereços e a barra de abas em uma única barra. Embora isto libere mais espaço para a exibição dos sites, teremos que esperar para ver se este novo layout será eficaz, principalmente quando mais de cinco abas estiverem abertas. Para quem gosta da interface do Google Chrome, o novo IE parece seguir na mesma linha, com um layout espaçado e confortável para navegar.

De acordo com este novo vídeo, o Internet Explorer 9 já está fazendo 95 pontos dos 100 possíveis no teste Acid3, que mede como o navegador está em relação a um grupo específico de padrões web.

Depois de ver este vídeo, você acha que é capaz de dar mais uma chance ao Internet Explorer?

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Facebook Places Será Lançado em Breve: Localização Mais Social


facebook tc50 Facebook Places Será Lançado em Breve: Localização Mais SocialO serviço de localização do Facebook, o “Places,” está quase sendo lançado e será apenas uma API para outros serviços especializados de localização se conectarem, a princípio. Isso segundo um recente post de Caroline McCarthy da CNET.

Quando o Facebook Places for lançado, se bem executado, terá um grande impacto na experiência do usuário do Facebook, em nossos relacionamentos com os lugares que visitamos e sobre a mídia tradicional local, que sempre nos informou desses lugares ao longo dos anos.

O que as Pessoas Vão Fazer com o Facebook Places?

Em um post do ReadWriteWeb sobre as razões que as pessoas utilizam redes sociais baseadas em localização, foram discutidas três razões principais das pessoas utilizarem esse tipo de serviço atualmente:

  1. Conexões sociais planejadas e surpresas pela cidade.
  2. Pelo jogo, para juntar pontos e comentar dos lugares legais que as pessoas vão.
  3. Como um diário pessoal de viagens.

Esperamos que algumas dessas motivações também sejam aplicáveis para os milhões de usuários do Facebook, e não apenas para os “poucos” usuários de serviços como o Foursquare e o Gowalla.

foursquarepush 20100706 113618 Facebook Places Será Lançado em Breve: Localização Mais SocialO Facebook já enfatiza a divulgação dos afazeres de seus amigos e família. Será que o Facebook Places irá ajudar a satisfazer o interesse das pessoas em saber sobre os lugares de suas vidas? Pelo menos é isso que o Foursquare começou a oferecer e cresceu no estilo do Facebook, o que é uma perspectiva animadora para os consumidores.

Na direita: Uma notificação do Foursquare de quando você faz o check-in perto de algum amigo, ou e alguma marca que você tenha adicionado.

No entanto, o executivo de publicidade Dave Morgan alegou que isso não será interessante para a mídia local tradicional. Dave acredita que o aumento de serviços baseados em localização, já que são altamente atraentes e fáceis de usar, vão sugar a vida da publicidade dos jornais e rádios locais. Se ele está certo, o lançamento do Facebook Places provavelmente será crítico para as mídias locais.

Preocupações dos Desenvolvedores

Caroline McCarthy também confirmou que o Facebook adquiriu o serviço de check-ins social Hot Potato, que foi relatado primeiramente pelo TechCrunch no final do mês passado. Caroline diz que o Facebook está fazendo parceria com o serviço de listagem de empresas Localeze para preencher as informações de localização. Muitos pontos surgirão ao longo da cadeia de valor para os fornecedores de dados servirem às necessidades maciças do Facebook. Quanto a empresa vai construir ou comprar? Não nos surpreenderíamos com uma parceria entre Facebook e Yelp também.

Caroline encerra sua cobertura assim:

Naturalmente, existem as complicações que deixam a comunidade de startups de serviços de localização com várias dúvidas sobre o quanto de seus dados eles terão que compartilhar com o Facebook se eles quiserem usar a nova API. Além disso, a tendência do Facebook de conseguir uma atenção negativa da imprensa sobre sua privacidade pode fazer com que as pessoas fiquem com um pé atrás em relação ao projeto.

Mas provavelmente elas não terão muita escolha. O Facebook é a maior força da web social, e está prestes a ser a maior força na geolocalização também.

O Facebook claramente é mais social que a Google, então a falta de integração anterior por parte das startups com as APIs de localização da Google não significa que a resposta também será fria para a oferta do Facebook.

Escolher se focar em uma API em vez de construir o seu próprio recurso de check-in nativo, se isso é o que a empresa realmente fará, é uma grande jogada estratégica. A empresa provavelmente provocará uma batalha dos concorrentes para ver quem irá construir o melhor aplicativo de localização pela sua plataforma, e então, comprará o vencedor. Isso pode frustrar as outras startups, mas soa como uma ótima estratégia para o Facebook e seus usuários.

No entanto, a maneira que o Facebook tem lidado com a privacidade tem causado polemica. Será que a empresa encontrará o equilíbrio entre efetuar uma mudança cultural e manter seus usuários felizes e seguros?

Muitas perguntas serão respondidas e formadas quando o serviço for lançado.

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Otimizando a Experiência dos Consumidores Online


Autor Convidado: Daniel Waisberg mora em Israel, onde é consultor na área de Web Analytics & Otimização, o fundador do site Online Behavior: Marketing Measurement & Optimization e membro do Advisory Council do eMetrics Summit.

Enquanto a Web se desenvolve e os consumidores tomam a rédea, marqueteiros / analistas / executivos têm a obrigação de encontrar soluções criativas para engajar os consumidores em seus sites e marcas. Hoje vivemos na era dos “prosumidores”, isto é, pessoas que já não estão mais dispostas a simplesmente consumir, mas sim em ser parte pro-ativa do processo de criação e desenvolvimento de produtos. E é quase uma obrigação moral, e sem dúvida alguma comercial, prover uma plataforma amigável e otimizada através do seu site para engajar clientes potenciais.

Porem, como se pode construir tal plataforma? Como saber o que o consumidor está procurando (e se está achando ou não) no meu site? O que leva os visitantes do meu site a comprar? O que os leva a abandonar o processo de compra sem finalizá-lo? Onde estão meus pontos fracos? Quem está me enviando clientes potenciais valiosos? Quem não está me enviando e está enviando tráfego para meus competidores? O que meu competidor está fazendo que eu deveria fazer?

Por um lado tentamos trazer o máximo número de pessoas e entender seu comportamento dentro do site, aperfeiçoá-lo no que diz respeito ao uso pelo visitante; e tentamos maximizar os lucros do site. Por outro lado tentamos aumentar nossa exposição em outros veículos de comunicação que permitem a criação de uma marca mais forte (paginas em redes sociais como Orkut e Facebook, Twitter, vídeos no YouTube…). E tudo isso levando em conta as atividades dos competidores e também sua influência no mercado.

Estes desafios geram uma grande questão: como se pode coletar toda esta informação, integrá-la, e tomar decisões práticas baseadas nos números?

Esta e muitas outras perguntas e desafios são rotina diária de qualquer profissional que lida com métricas digitais. E, pelo fato de existirem tantas perguntas (e dados), é essencial saber distinguir o trigo do joio, saber perguntar as perguntas mais importantes para melhorar a performance e os lucros do site (e, talvez, receber um bônus maior!)

Hoje as respostas estão mais próximas do que nunca. Podemos analisar o comportamento dos visitantes usando Google Analytics, uma ferramenta grátis que coleta e apresenta informação sobre o comportamento dos visitantes. Podemos experimentar diferentes versões do mesmo site e cientificamente provar que designs específicos são mais lucrativos usando Google Website Optimizer, uma ferramenta grátis que fornece uma plataforma para experimentação. Podemos customizar o site e servir uma experiência única para cada consumidor usando BTBuckets, uma ferramenta Brasileira gratuita desenvolvida pela Predicta, que possibilita servir a mensagem certa para a pessoa certa na hora certa.

Chegamos a um ponto onde as tecnologias avançaram de forma impressionante, mas ferramentas são só ferramentas, elas não pensam. E por isso, as prioridades de qualquer administrador de site devem ser a educação e a pesquisa, pois só através do desenvolvimento dos analistas e marqueteiros poderemos entender este mundo digital. Um mundo onde nos comunicamos, divertimos, aprendemos e pesquisamos através do computador. Um mundo onde a forma de pensar e a forma de interagir com amigos e empresas é complexa e personalizada.

As empresas que souberem construir sites amigáveis e fáceis de usar têm e terão uma vantagem competitiva enorme sobre concorrentes que não souberem aproveitar esta oportunidade.

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O Que Startups Podem Aprender Com Jogos Online – Parte 2


Esta é a segunda parte do artigo “O Que Startups Podem Aprender Com Jogos Online”.  Recomendamos que você leia a primeira parte, antes de iniciar a leitura deste post.

No post anterior, explicamos a estrutura organizacional dos jogadores de World of Wacraft (WoW) e como ela se relaciona com uma startup. Neste post vamos ver o que empreendedores podem tirar de lição de um jogo completamente diferente, chamado Darkfall Online.

Assim como WoW, Darkfall é um jogo cuja estrutura organizacional dos jogadores é baseada em guildas (ou clãs).

Mas existem algumas diferenças. A principal delas é que na verdade existe uma entidade acima das guildas que é a principal responsável pelas mudanças no cenário em termos de ocupação e poder. Estas entidades são chamadas como Alianças e são na verdade conjuntos de guildas que se uniram. Prosseguindo em nossa analogia, se as guildas são Startups, estas alianças são parcerias estratégicas que uma startup pode fazer ao longo de sua trajetória.

Equipe e Recrutamento

Cada membro de guilda em Darkfall possui uma Patente. Trata-se um sistema claro de Badges criado para diferenciar um jogador de outro e reconhecer os melhores.

Estas patentes não são atribuídas diretamente pelo jogo, mas pelos líderes da guilda de acordo com a participação, experiência ou influência do jogador.

Nas melhores guildas é bastante claro para cada membro, o que deve ser alcançado para que ele consiga a próxima patente e até que patente ele pode chegar. Fica explícito o que o colaborador deve melhorar, o que deve aprender, antes de ser “promovido”. Existe um objetivo claro diante de cada jogador que o motiva a melhorar o quanto antes.

O sistema de recrutamento das guildas é bastante interessante. Na primeira fase, o candidato preenche um formulário que basicamente serve para se fazer uma triagem.

Um dos pontos interessantes do formulário é que as melhores guildas chegam a fazer perguntas para tentar descobrir se o jogador se adaptaria bem à sua cultura. Se um candidato é aprovado nesta primeira fase, ele segue para a próxima fase do processo de recrutamento, que normalmente trata-se de uma entrevista com os líderes acompanhada de um teste de campo.

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Jogadores levam um novato "para passear"

Um tipo de teste campo comum, é colocar o candidato junto a veteranos e sair para o campo de batalha com o objetivo de testar suas habilidades e atitudes diante de situações desafiadoras. Mas, existem outros tipos de teste campo. Um deles é bem simples, porém é capaz de prover percepções bem diferentes.

O candidato é colocado para enfrentar o melhor membro da guilda. Se o candidato perder, talvez isto não signifique que ele será eliminado, tudo dependerá da sua performance. Mas se o candidato vencer o melhor, então a guilda acabou de descobrir um potencial Superstar.

Você já pensou sobre isto? As guildas eliminam os candidatos medianos com um teste de campo. Qual é o teste de campo da sua empresa? As provas que seus candidatos fazem testam apenas conhecimento? Ou testam também a atitude e capacidade do candidato diante de situações desafiadoras que ele irá encontrar em uma startup?

Por outro lado, pense se você pudesse reconhecer um Superstar no momento do recrutamento? E se você tivesse esta informação antes de negociar ou até mesmo entrevistar esta pessoa? Você teria uma noção bem melhor não só de quanto aquele profissional vale para sua startup, mas também que tipo de resultados ele poderá trazer.

Motivação

Para a guilda também é importante manter a satisfação de seus membros. Normalmente a saída de um deles, significa a perda de outros membros que eram próximos do primeiro, e isto pode gerar um efeito dominó e o início de um crash da guilda. Qualquer analogia com uma startup próxima ao deadpool, é mera coincidência…

Quando se tem um time pequeno de startup esta vunerabilidade é ainda maior. Perder uma ou duas pessoas pode ser um golpe forte em uma startup e quem sabe levar meses até que a empresa se recupere. E como todos nós sabemos, “meses” é tempo demais para uma startup.

Portanto, manter a motivação é crucial para o bom funcionamento da guilda, e para manter esta motivação no alto as lideranças normalmente realizam eventos internos. Existe uma variedade de eventos que as guildas costumam fazer, mas alguns deles podem ser utilizados também nas nossas organizações.

Existem eventos para integrar os membros mais novos e garantir que eles “entrem para a família” o mais rápido possível; competições (com recompensas simbólicas) para movimentar principalmente os veteranos que querem desafios maiores;  treinamentos em conjunto para dar aos membros mais novos o que eles mais querem naquele momento: se tornar bons.

Mercado e Recursos

Diferente de World of Wacraft onde o objetivo está mais voltado para aprender um processo e executá-lo com perfeição, as guildas de Darkfall se preocupam mais em “estudar o mercado” e planejar estratégias de dominação e ganho de terreno. Dominar seu setor é o objetivo.

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"Marketshare" das alianças

Os jogadores criam ferramentas que os ajudam a monitorar e entender os movimentos do mercado.

Os círculos coloridos representam cidades, aldeias e fortes (em uma analogia com as startups, seriam clientes ou nichos de mercado) que podem ser dominados para produzirem recursos e enriquecerem as guildas. Os círculos de uma mesma cor, representam territórios que estão atualmente dominados por uma Aliança.

Uma aliança é um conjunto de guildas que se forma para conquistar objetivos em comum e são análogas a grandes organizações e suas respectivas aquisições ou simplesmente parcerias.

Tentar tomar ou defender um destes círculos do mapa é uma tarefa árdua. Exige muito planejamento, recursos, comunicação e capacidade de adaptação. O desafio maior de um jogador de Darkfall é ajudar sua guilda ou aliança a conquistar estes pontos.

As alianças possuem pessoas empenhadas em conseguir informações de mercado e transformar isto em inteligência competitiva. Muitas vezes isto é feito infiltrando jogadores para estudar os concorrentes e transmitir estas informações à liderança.Em outras palavras, existem membros “revirando o analytics” da concorrência, observando cada passo e acompanhando a execução de cada estratégia do adversário.

É crítico ter o máximo de conhecimento de quem são os players do “mercado” onde se quer atuar. Se uma aliança estiver tentando uma investida para ganhar terreno em determinada região, conhecer o concorrente é indispensável para dimensionar a quantidade de recursos e determinar quais parcerias deverão ser feitas para se conquistar o objetivo. E não menos importante, é saber quais parcerias o concorrente irá fazer para se defender.

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Alianças usam seus recursos para construir ou adquirir ferramentas como barcos e canhões.

De fato, como em uma startup, administrar recursos em uma guilda é algo crítico. Se você criar uma estratégia onde queimará a maior parte de recursos para executá-la,pode acabar ficando descoberto e mesmo que consiga seu objetivo naquele momento, existe a possibilidade de seu terreno sofrer um ataque nos dias seguintes e você ainda não ter recursos suficientes para se defender. É similar a uma startup que queima tudo nos dois primeiros anos e se algo dá errado não tem mais fôlego para tentar reagir ou se adaptar. O risco tem que ser medido o tempo todo.

Social Media

Existe um fator muito importante que transcende o campo de batalha e que pode ser ainda mais decisivo para o sucesso da aliança do que a própria habilidade ou experiência de seus jogadores. Estamos falando de social media.

É bastante comum jogadores e guildas se promoverem através de vídeos no YouTube, WeGame e fóruns utilizados pela comunidade. Alguns destes jogadores se tornam famosos, com grande poder de influência. Esta influência permite que eles consigam vender mais serviços (atuando como mercenários por exemplo), por um preço melhor, além de conseguirem formar parcerias com mais facilidade.

Mas não são apenas os superstars da comunidade que são capazes de influenciar. A maior aliança que existiu no Darkfall, se fortaleceu e dominou quase 40% do “mercado global” utilizando-se de social media, vendendo a idéia de que dentro da aliança seus membros teriam as melhores condições para se desenvolverem. Alguns meses depois de tamanha dominação a aliança foi extinta.

Como foi possível?

É muito complicado extinguir uma entidade com tanto poder, tantos recursos e tamanho exército… no entanto isto foi feito, e adivinhem: também foi feito através de social media.

A aliança arqui-rival iniciou uma sequência de ataques de Social Media (principalmente através do YouTube e dos fóruns) que durou semanas e foi minando a imagem do adversário. A mensagem principal pregava que os membros só conseguiam vencer se estivessem em vantagem numérica desproporcional. Isto se espalhou e tocou o ego daqueles jogadores que foram aos poucos deixando o grupo. Até que chegou o momento onde a aliança estava fraca o suficiente para ser atacada e eventualmente destruída.

Mas o que isto tem a ver com sua startup?

A primeira pergunta que você deve se perguntar é se está usando social media de forma eficiente para conseguir ganhar seu mercado. Como este é um assunto quente, muita gente tem se preocupado em definir estratégias para aumentar suas vendas, ganhar credibilidade e e construir audiência através deste tipo de mídia. E isto realmente é muito importante. Mas o que normalmente passa despercebido é o fato de que a qualquer momento, sua organização pode sofrer um ataque de social media… e aí?

Sua startup está preparada para sofrer um ataque de social media? Ataques de social media podem destruir gigantes, imagine o que pode acontecer com uma startup que está acabando de colocar seu produto no mercado. Para se prevenir, sua marca deve ser monitorada freqüentemente nas principais mídias sociais e é extremamente necessário ter um planejamento para reagir caso o pior aconteça.

Dentro da sua organização, quem está monitorando as mídias sociais? Você realmente sabe o quê as pessoas estão falando de você? Você tem um plano para se defender de um destes ataques? Pense nisso.

Lições

1) Mostre o caminho para as pessoas que querem crescer na sua organização e reconheça cada avanço.
2) Elabore um “teste de campo” para ser realizado no recrutamento.
3) Trabalhe a satisfação da sua equipe.
4) Monitore bem de perto os movimentos do mercado em que você atua.
5) Conheça muito bem seus concorrentes, dimensione seus recursos e planeje-se antes de comprar a briga.
6) Administre bem os seus recursos e conheça seus riscos.
7) Conheça quem são os influenciadores do seu nicho e mais importante que isso: torne-se um.
8 ) Use social media para vender sua idéia, mas não se esqueça de monitorar sua marca e estar preparado para reagir a um possível ataque.

Conclusões

A série chega ao fim, mas acredito que é possível aprender muito com jogos online.

Como vimos no post anterior, World of Warcraft é muito focado em execução, medição e aprendizado. Atingir um objetivo é aprender o suficiente para executar o processo com perfeição.

Darkfall é um pouco diferente. Se comparado com o mundo dos negócios, Darkfall exige conhecimento de Mercado, alerta e posicionamento. Cada movimento que você ou seu concorrente fizer, pode afetar sua estratégia e você terá que estar preparado se responder e se adaptar rapidamente.

São dois jogos com características muito distintas, mas juntando os dois podemos extrair lições interessantes para nossas organizações.

E você, o que acha disto tudo? Será que é mesmo possível extrair lições de negócio de jogos como estes? Sua organização já prática alguma destas lições? Queremos conhecer suas idéias!

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O Melhor da Semana no RWW Brasil de 24 a 29/05/2010


O melhor desta semana do ReadWriteWeb começa com uma mudança no Twitter que não agradou muito à alguns desenvolvedores que trabalham no ecossistema do serviço, agora a rede social proibirá que redes de anúncios de terceiros e desenvolvedores insiram anúncios na timeline de um usuário.  A MasterCard anunciou que em breve irá lançar uma API aberta para a alegria dos desenvolvedores, talvez eles venham do Twitter para ter algum sucesso por lá. Tivemos também uma análise com muitos dados interessantes de um relatório da Deloitte que chegou a conclusão de que 70% das empresas no Brasil já utilizam as mídias sociais. Tivemos também uma entrevista bastante interessante com o Marcelo Macedo, fundador do ClickOn, que recentemente recebeu um aporte de R$ 17 milhões, e também um artigo de um autor convidado, desta vez foi o Guilherme M L Cohn, analista financeiro do HorizonTI, que escreveu um guia para aqueles que pretendem apresentar sua startup para investidores, a continuação vocês poderão ver na próxima semana.

Esse foi o melhor da semana no RWW, e vocês, o que acharam?

70% das Empresas no Brasil Já Utilizam as Mídias Sociais

Isso mesmo, 70% das empresas no Brasil já estão no mercado de mídias sociais, segundo o último relatório liberado pela Deloitte, que você pode acessar aqui. O relatório levanta dados muito interessantes para quem trabalha com mídias sociais e também para aqueles que estão em busca de oportunidades no setor.

Uma API Aberta da MasterCard para Desenvolver Aplicativos? Não Tem Preço

Em uma Press Release recente, a MasterCard anunciou que os desenvolvedores terão acesso a uma API da gigante dos cartões de crédito ainda este ano. A empresa espera que, ao abrir sua tecnologia para desenvolvedores, aplicações novas e inovadoras de e-commerce sejam criadas para crescer a rede da empresa, e, conseqüentemente, ajudar a competir com seus concorrentes como Visa, e PayPal na web.

RWW Entrevista: Marcelo Macedo, Fundador do ClickOn

Na terça feira, dia 25 deste mês, a startup ClickOn anunciou uma rodada de investimento de 17 milhões de reais, liderada por investidores alemães. É um grande e surpreendente case de investimento pois a empresa que nasceu em 2010, disputa um segmento onde ao menos 5 players tentam ocupar o espaço de Groupon brasileiro. A empresa já comemora seus primeiros resultados e na data da entrevista já tinha vendido mais de 800 unidades da promoção do dia, ingressos para um espetáculo circense em São Paulo.

Conversamos com Marcelo Macedo, CEO do ClickOn e você confere abaixo a entrevista exclusiva para o ReadWriteWeb Brasil.

Guia Básico para Apresentar Sua Startup a Investidores – Parte 1

O aporte de um fundo de capital de risco é ao mesmo tempo um sonho e um mistério para muitos empreendedores atualmente. Um investimento infere inúmeras consequências às empresas, e se a opção do empreendedor for seguir por este caminho, é preciso fazer o dever de casa, e pesquisar bastante sobre esta decisão. Mas uma vez que ela esteja tomada por parte do empreendedor, o processo que usamos na Confrapar, no fundo HorizonTi, é basicamente o seguinte:

Twitter Se Prepara Para Banir Anúncios em sua Timeline

O Twitter anunciou recentemente que em breve irá atualizar os termos de serviço para desenvolvedores e proibirá que redes de anúncios de terceiros e desenvolvedores insiram anúncios na timeline de um usuário. Isso pode significar o fim de uma série de redes de anúncios de terceiros como o Ad.ly e 140 Proof, pois ambos criaram suas empresas com foco em anúncios in-stream. De acordo com o COO do Twitter, Dick Costolo, a empresa decidiu tomar esse caminho para “preservar a experiência única para o usuário que o Twitter criou” e garantir a “a longo-prazo a saúde e valor da plataforma.”

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A Febre dos Groupons Brasileiros


25604v5 max 250x250 A Febre dos Groupons BrasileirosNo dia 30 de março deste ano, anunciamos por aqui o nascimento do Peixe Urbano, uma startup de compras coletivas com modelo parecido com o Groupon, o “inventor” e líder global do segmento.

Para quem não conhece o modelo de compras coletivas do Groupon, funciona da seguinte maneira:

  • O usuário se cadastra e informa sua cidade.
  • Ele passa a receber diáriamente informações sobre descontos na sua cidade (em geral superiores a 50%);
  • Caso um número definido de compradores na cidade seja atingido, os descontos passam a valer;
  • Caso seja fechado um grupo de compras o groupon recebe uma comissão sobre as vendas efetivadas.

De lá pra cá várias novidades surgiram e no dia 13 de Abril de 2010, o Groupon recebeu um grande aporte de capital com um valuation de aproximadamente  1.2 bilhões de dólares. Nos EUA, o fenômeno Groupon atingiu 3 milhões de usuários, desde Novembro de 2008. Desde então começaram a surgir modelos parecidos em todo o mundo, como aborda o Techcrunch neste artigo. Já existe até script open source para quem quiser montar seu próprio Groupon.

Então começaram a surgir várias versões localizadas para o Brasil, criando o que se tornou provavelmente uma das maiores corridas pelo ouro da internet brasileira. Até a data deste post, já mapeamos 5 empresas tentando ocupar este posto no mercado local. Sim, em apenas 45 dias  apareceram 5 concorrentes e pelo visto o brasileiro está gostando bastante de poder comprar coletivamente. Saiba quem são os players deste mercado:

urbanfish A Febre dos Groupons BrasileirosPeixe Urbano: A empresa trouxe o modelo para o Brasil e já está atuando no Rio de Janeiro e também em São Paulo. A empresa conseguiu ampla cobertura na mídia local e também internacional. Aparentemente está bem estruturada para expandir sua atuação para outras cidades. O Peixe Urbano utiliza PagSeguro para efetuar transações. No momento em que este post foi escrito (segunda feira, 11/05), a oferta do dia tinha sido vendida 413 vezes, faltando 4 horas para expirar. O serviço utiliza o serviço PagSeguro (UOL) para processar as vendas.

clickon A Febre dos Groupons BrasileirosClickOn: Disponível apenas em São Paulo, aparentemente ainda possui um baixo volume de vendas, pois na data analisada, faltando 5 horas para a oferta expirar, apenas 2 vendas haviam sido feitas. O serviço utiliza o serviço Pagamento  Digital (do Buscapé) para processar transações.

citibest A Febre dos Groupons BrasileirosCityBest -Atuando apenas em Belo Horizonte, a empresa possui um modelo levemente diferente dos demais pois cobra por cupon emitido. O cupon deve ser apresentado no fornecedor do serviço adquirido e o pagamento total da oferta é feito por lá. As promoções em geral duram mais de 24 horas e são feitas pelo Pagseguro.

logotipo A Febre dos Groupons BrasileirosWego: Atuando apenas em São Paulo, a Wego aparentemente vende bem e possui ofertas bastante atrativas. Na data do teste a Wego tinha vendido 48 cupons do produto, faltando 4 horas para a oferta expirar. O serviço utiliza Pagseguro para processar pagamentos.

logo coletivar 300x55 A Febre dos Groupons BrasileirosColetivar: O serviço ainda não está em operação, mas já colocou no ar uma apresentação sobre como funciona (sim, é igual aos demais). Aparentemente a empresa utilizará meios de pagamento próprios, garantindo assim menos problemas com eventuais estornos e cancelamentos de compras.

Perspectivas Para o Mercado

Recentemente o Groupon iniciou uma iniciativa de expansão, adquirindo o líder do mercado europeu, a CityDeal. O mercado brasileiro, já conta com vários players, e acreditamos que o sucesso das startups será bastante vinculado a sua capacidade de expandir rápido e levantar capital. Em um cenário super competitivo, quem atender melhor a demanda e conseguir  mais visibilidade e/ou investimento, tem boas chances de levar o mercado para outro nível e despontar como líder. Estamos curiosos e queremos saber: Na sua opinião, qual destas startups tem a maior chance de ser o nosso líder em compras coletivas? Será que uma delas vai entrar no mapa de aquisições do gigante americano?

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Como ter seguidores no Twitter OU ganhar muito dinheiro


No início, ter muitos seguidores no Twitter era apenas mais um remédio para o ego. Blogueiros e jornalistas sentiam-se melhor ao serem comparados com celebridades. Aliás, em certo momento, ali por meados de 2007, o brasileiro mais seguido no Twitter era o jornalista Tiago Dória com expressivos 111 seguidores. Sim, ele tinha 111 seguidores.

O segredo para o número astronômico era simples: “Eu era primeiro no ranking naquela época porque fui um dos primeiros a usar e a publicar algum conteúdo sobre o Twitter no Brasil”, conta por email.

Mas os tempos são outros. Hoje ter menos de 100 seguidores é ser um fracassado social-digital. Para ter relevância, ou ser considerado relevante, é preciso ter números grandes, vistosos, assíncronos.

Mas por quê? Nas palavras de Tiago: “acredito que seja reflexo do quanto o ‘mercado de internet’ ainda não entende e faz confusão com métricas e estatísticas”. Ou seja, as pessoas que ganham dinheiro com internet não entendem a internet.

Ou melhor, as pessoas que investem no salário desses profissionais que não entendem. Ainda não, pelo menos.

O problema, aponta Tiago, é o fetiche por métricas públicas, abertas. Como o Ibope. Contar seguidores é fácil, contar RT´s é um pouco mais chato, menções é difícil e descobrir o retorno das ações para o concorrente é extremamente complicado.

Com isso, os diretores de marketing só querem lindos, vistosos e entumescidos números para mostrar na próxima reunião do conselho administrativo.

Os números da irrelevância

Contar seguidores é quase irrelevante porque o número fatalmente esconde o nível do engajamento destas pessoas. Por exemplo, como e com quanta frequência os seguidores interagem com um perfil? Quantos cliques/seguidor ele consegue gerar por tuíte? Quantos RT´s ele recebe em média por seguidor?

A irrelevância (relativa) desta métrica absoluta, o número de seguidores, é ainda pior se considerarmos as pequenas barbaridades que desenvolvedores de aplicativos e publicitários aprenderam a fazer para inflar os números.

Pela mão de programadores criativos surgiram sites como NovosFollowers e MaisFollowers, que prometem aumentar rapidamente o número que pessoas que seguem um perfil. Já publicitários surgiram com uma pequena canalhice: criar um perfil atraente (como um fake de um ator ou pornstar qualquer), limam os friends e mudam de nome quando ele atinge um certo número de seguidores.

Brilhante para resolver o número de seguidores, mas péssimo para ações futuras. Exatamente que tipo de resultado se espera da massa que adicionou um fake de Jenna Jameson que tuita em português? Ou quem só apareceu em sua timeline porque quer mais seguidores?

(nota mental: talvez funcione para vender toques de celular e bugigangas da China)

Pessoas irrelevantes

Boa parte das pessoas que trabalham com promoções no Twitter já percebeu que a tradicional frase “siga e RT” tem um efeito colateral complicado. Participações de má qualidade.

Há um tipo de usuário que passa o dia buscando e participando de promoções. É só o que ele faz. Não responde @mentions, não faz RT fora de promoções, não compra e, em alguns casos, nem existe.
Há muito perfil fantasma Twitter afora, e certamente alguns de seus seguidores não são pessoas físicas ou imaginárias. Sequer existem.

Para confirmar a irrelevância da rede, usei 2 contas vazias no Twitter (antigas, mas sem conteúdo) e cadastrei em 2 sites para ganhar seguidores. Ambas têm um nome que faria qualquer pessoa normal não seguir ou bloquear. E mesmo assim pessoas seguem.

Ambos perfis foram incluídos nos serviços de follow na quinta-feira à meia-noite. Na terça-feira, à noite, tinham os seguintes números:

@nao_siga: seguindo 217, 34 seguidores, 3 tuites automáticos, seguindo 1 lista (usando MaisFollowers)
@tb_nao_siga: seguindo 514, 160 seguidores, 4 tuites automáticos (usando, no tema humor)

tb nao siga thumb Como ter seguidores no Twitter OU ganhar muito dinheiro nao_siga

Na timeline de @nao_siga apareceram 62 tuites (dei um reload), com 2 tuites automáticos de follow e vários tuiteiros qualificados, com conteúdo razoável e besteirol pessoal. Mas pouca gente seguindo de volta. Meros 15,7% de conversão.

Na timeline de @tb_nao_siga apareceram 20 tuites, sendo 6 tuites automáticos de follow e besteirol pessoal no Twitter. O dobro de conversão (31,1%), mas uma qualidade bem inferior na timeline
Que tipo de benefício um perfil desses traz para uma marca? Nada, a não ser o número. “Neste mês, ganhamos 1.200 seguidores no Twitter”…

Limites das redes sociais

Neste texto, o netweaver (ou construtor de redes) Augusto de Franco invoca o número de Dunbar, um limite cognitivo teórico para relacionamentos pessoais para decretar: 15 mil seguidores seria o número máximo que uma pessoa pode ter antes de perder a chance de diálogo e virar broadcast.

Como este número é uma convenção que se baseia sobre um argumento teórico, e pressupõe uma relação recíproca (como uma amizade), simplesmente não se aplica ao Twitter, que é uma rede assíncrona e permite o broadcast (um fala para muitos).

Ainda assim, porém, há limites na vastidão. William Bonner (@realwbonner) não deixou o Twitter porque não tinha tempo para nada. Isso provavelmente já não tinha antes de entrar. Não tinha tempo para responder e acompanhar o que seus seguidores falam.

Assim, podemos dizer que as 500 mil pessoas esgotaram o limite cognitivo de Bonner, o seu “Dunbar”. O tuiteiro high profile @cardoso tem bem menos seguidores, apenas 21 mil, mas os gerencia com obstinação. Em sua timeline, maior parte dos tuites são respostas para outros.

“Respondo as @mentions que são perguntas, algumas eu repasso. Trabalho com dois monitores, então o Tweetdeck fica sempre aberto em um. Assim quando aparece algo que precise de resposta, eu respondo. Não me consome tempo nenhum. Sou naturalmente dispersivo, então ao invés de ficar futucando outros sites, futuco o Twitter”, conta o blogueiro.

Vale ressaltar que a ocupação de Bonner não o permite passar o dia com uma tela aberta apenas para o Twitter. Assim, com 1/25 dos seguidores de Bonner, Cardoso tem 5x mais menções e RT´s. Quem é mais relevante?

Se fosse uma empresa, faria sentido ter alguns estagiários para redigir os tuites e aprovar as respostas com o superiores. Por sinal, Hugo Chávez (@chavezcandanga), o sujeito que ganhou 280 mil seguidores em 1 mês, teve de contratar 200 pessoas para trabalhar em seu Twitter.

Conclusão (ou como ganhar seguidores no Twitter)

O mercado não conhece internet, mas a internet conhece o mercado. Uma métrica isolada, é uma bela forma de enganar planejadores desatentos e gerentes que não conhecem algumas nuances menos públicas do Twitter.

É verdade que a necessidade de ganhar seguidores é a mãe da oferta de aplicativos e macetes ligeiramente questionáveis, mas isso só funciona porque o usuário comum (eu, tu, eles, etc) entra em traquitanas duvidosas como trens de seguidores e segue indiscriminadamente atores, atores mortos fake e atrizes pornô estrangeiras que falam em português virginal.

Quer ganhar seguidores rapidamente? Lembre-se de ganhar os corretos.

OBS: entrevista sobre pesquisa de relevância no Twitter

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O SlideShare Vai Além do PowerPoint: Agora com Apresentações em Vídeo


imgSlideShare O SlideShare Vai Além do PowerPoint: Agora com Apresentações em VídeoO SlideShare, o popular serviço de compartilhamento de apresentações, acaba de anunciar uma grande atualização em sua plataforma. Os usuários agora podem fazer o upload de vídeos em suas apresentações, screencasts e outros conteúdos de vídeo relacionado aos negócios. Graças ao aplicativo LinkedIn do SlideShare, os usuários do LinkedIn agora podem compartilhar vídeos na rede social corporativa.

Adicionando Vídeos: Uma Progressão Natural para o SlideShare

Acrescentar esses vídeos parece uma jogada natural para o SlideShare. Afinal, mais e mais conteúdos de negócios já estão indo nesta direção e com os vídeos ele acrescenta uma dimensão extra para uma apresentação que um conjunto básico de slides do PowerPoint nunca alcançaria. A CEO do SlideShare, Ramshi Sinha, nos disse que a empresa pretende atingir profissionais de marketing, professores, doutores e outros profissionais com este novo serviço. Atualmente, não existem muitos serviços dedicados ao compartilhamento de vídeos para profissionais, e plataformas como o YouTube não servem para a segmentação de audiência que muitos dos usuários do SlideShare estão tentando alcançar.

As páginas de vídeos são quase idênticas as páginas comuns do SlideShare. A única diferença real é que essas páginas agora exibem um vídeo em vez do PowerPoint básico ou dos slides Keynote. Os usuários do SlideShare podem incorporar esses vídeos em seus próprios sites.

slideshare video O SlideShare Vai Além do PowerPoint: Agora com Apresentações em Vídeo

O concorrente mais próximo para o novo recurso do SlideShare é provavelmente o serviço gratuito MyBrainshark da BrainShark, que também possui o recurso de apresentações para profissionais em video. A grande vantagem do SlideShare é sua grande base de usuários. O serviço está perto de ter 30 milhões de visitantes únicos por mês (incluindo os sites que incorporam o conteúdo do SlideShare).

Limite de Upload: 500 Megabytes por Vídeo

Por enquanto, a empresa está oficialmente classificando este serviço de vídeo como um produto beta. A empresa pretende obter o feedback nos próximos 2 ou 3 meses e, em seguida, adaptar a versão atual de acordo com as necessidades. O limite de upload é atualmente de 500 megabytes e usuários podem subir até cinco vídeos por mês.

E aí, quem vai publicar o primeiro video brasileiro no slideshare? Já achou algum? Mande para nós!

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Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?


fb open graph1 Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?O Facebook chocou a comunidade tecnológica ao anunciar na semana passada várias iniciativas que coletivamente constituem um passo agressivo para tecer sua rede social no topo da web. Os rumores eram de que a principal rede social iria lançar um botão de “Gostei” para toda a web. Em vez disso, Zuckerberg e sua equipe divulgaram uma nova plataforma ousada e visionária que chamou a atenção.

As características desta plataforma reúnem visões de uma web personalizada que tem sido discutida desde o pioneiro da Web 2.0 del.icio.us, em 2004. A visão do Facebook é tanto minimalista quanto abrangente, mas sua ambição é matar a sua concorrência e utilizar os seus 500 milhões de usuários para conquistar toda web.

Gostando ou não, temos que entender o que significa esta jogada. Isso afetará usuários, publishers, concorrentes e, claro, o próprio Facebook. Neste post vamos resumir o que foi anunciado pela empresa e refletiremos sobre o impacto que isto terá em nossas vidas.

Facebook Open Graph: Plugins para Publishers

O Open Graph é um conjunto de plugins para editores, com marcações semânticas e uma API em desenvolvimento.

Login com o Faces & Facepile: Os plugins mais simples reforçam o Facebook Connect. Eles facilitam e atraem usuários para entrar no Facebook aproveitando os cookies e mostrando rostos de amigos que já são membros do serviço.

Like Button e o Like Box: Esses plugins adicionam o recurso de gostar e divulgar qualquer conteúdo, ou a página inteira. Ambos podem ser reforçados com marcações semânticas descritas abaixo. Mas o objetivo básico é conseguir que usuários que gostarem de algum site, postem o link no Facebook, que então ficará armazenado permanentemente no perfil do usuário e apontando para o site original.

Activity Feed e a Live Stream: Esses plugins mostram a atividade estática e dinâmica no site. O Activity Feed lista o que o usuário gostou recentemente e os comentários do site, enquanto o Live Stream mostra a visão em tempo real da atividade no site e se destina a eventos interativos.

Recomendações: Este plugin exibe recomendações personalizadas para o usuário baseado no que seus amigos e outras pessoas estão gostando do site. Tem o objetivo de incentivar a navegação do usuário para outras páginas do site.

Facebook Open Graph: Marcações Semânticas

O Facebook anunciou marcações simples baseadas em RDF para melhorar os plugins. Resumindo, a marcação permite que os editores divulguem o que está na página – um filme, um livro, um artista, um evento, etc. Isto automaticamente habilita a semântica, ou seja, a consciência de que o usuário não está apenas interagindo com uma página da web, mas que ele está gostando de uma parte específica do site. A semântica em seguida leva aos objetos divididos em categorias como livros, filmes, música, etc, e dá origem a todo tipo de aplicação, incluindo as recomendações personalizadas.

Talvez mais importante ainda, a marcação ajuda ao Facebook a conectar os usuários com interesses em comum em diferentes sites. Por exemplo, se o Pandora e o Last.fm usar a marcação do Facebook em uma página sobre os Beatles, os usuários serão capazes de verem seus amigos que gostam de Beatles em sites diferentes. Isto é muito significativo, porque os dados dos amigos são escassos e espalhados pelos sites. Anteriormente, o Facebook jogaria esses dados na stream sem nenhum aproveitamento. Agora, a informação sobre os interesses dos amigos serão permanentes nos perfis do Facebook e disponíveis pela web.

Facebook Open Graph: A Nova API

A nova API do Facebook é elegante e racionalizada. Facilita o acesso do usuário à informações (com permissão) como os perfis, os amigos, etc. Todas as chamadas são baseadas em REST e o retorno com objetos JSON. Por exemplo, as informações de um perfil podem ser obtidas assim: http://graph.facebook.com/nomedousuario. A autenticação é baseada no protocolo OAuth 2.0 e facilita não só para se conectar, mas também para solicitar permissão do acesso às informações do usuário.

Essa nova API transforma o Facebook em um armazenamento dos Interesses de usuários com possibilidades de leitura e escrita de informações. Para todos os usuários do Facebook.

Implicações para os Usuários

happy sad face Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Com este lançamento, o Facebook pergunta aos usuários se eles estão dispostos a trocar a privacidade por personalização. Mas a personalização não é possível sem que os usuários informem seus interesses para um sistema. O Facebook está pedindo o necessário para tornar a experiência da web mais personalizada. Se os usuários querem ou não este tipo de coisa, é outra questão, mas supondo que eles querem saber mais sobre seus amigos, parece sensato algo nesta linha.

Os interesses de amigos em entretenimento serão categorizados e disponíveis. Será mais fácil descobrir do que seus amigos gostam em toda a web pelo Facebook. Além disso, o Facebook irá utilizar seu motor para entregar recomendações de conteúdo relacionado. Isso vai acelerar ainda mais a descoberta e o compartilhamento de links entre amigos. Isso provavelmente terá impacto também na quantidade de buscas que as pessoas fazem na web.

Porém, o maior problema dos usuários será a privacidade. Ainda não sabemos se a privacidade é uma das principais preocupações dos usuários do Facebook, mas a comunidade tecnológica mundial está desconfiada. Muito se diz que o Facebook aos poucos está descobrindo muito sobre os usuários, e que em breve terá o controle sobre eles também.

Pessoalmente acho que os usuários não se preocupam muito com isso. As pessoas geralmente são ingênuas se tratando de privacidade na web e, provavelmente, isso não será exceção. E provavelmente, os usuários do Facebook irão apreciar os aspectos de personalização da nova plataforma e não irão pensar muito em privacidade, pelo menos até mais uma medida controversa do Facebook.

Isto não foi falado na F8, mas o Facebook pode utilizar a informação para segmentação. Afinal, a publicidade já é parte importante de sua monetização, então porque não torná-la melhor? Se isso acontecer, é possível que deixe irritar muitos usuários insatisfeitos e irritados. Mas é provável que o Facebook alivie com créditos do próprio Facebook e grandes descontos, negociados pelo seu grande volume.

Como exatamente os usuários irão reagir é impossível prever, mas provavelmente irão gostar mais do novo Facebook por causa da maior relevância e interação com os amigos.

Implicações para Publishers

publishers Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Aparentemente, para os editores, esta oferta do Facebook dispensa análise. Quem não quer mais atividade social em seu site? Mas na realidade, isso está longe de ser um tiro certo. Para entender o porquê, considere dois tipos de sites: sites que são redes sociais ou, que possuem uma rede social integrada, ou sites que possuem seus próprios sistemas de comentários e classificação. No primeiro exemplo, podemos citar Last.fm, Flixter, Goodreads, etc. Nenhum desses sites foram um parceiro de lançamento. As conexões sociais em torno da música, dos filmes e livros são as avaliações, opiniões e recomendações. Se eles mudarem para o Facebook, o que eles terão?

Então, qualquer site que já possui uma rede social integrada precisa decidir se pretende abandoná-la antes de entrar no Facebook Open Graph. Pior ainda é a posse das avaliações e comentários. Será que os editores estão prontos para abrir mão deles? Ninguém pensa seriamente que os usuários vão avaliar através do Facebook e depois pelo site. Então como isto irá funcionar? Neste momento não dá para responder, mas é provável que os editores vão querer de alguma maneira replicar ou exportar comentários e classificações que os usuários irão enviar ao Facebook pelo seu site. Talvez uma API aberta onde os editores possam manipular os dados seja a resposta, mas certamente alguns editores irão se preocupar com isto.

Mas, se você gerencia um site como o eCommerce, um blog ou um serviço como o Pandora, que atualmente não possui integrações sociais, esta oportunidade é ótima, pois começará imediatamente a reciclar suas páginas através da enorme força do Facebook de compartilhamento de links.

Implicações para os Concorrentes

competitors Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Este é um passo brilhante e agressivo da parte do Facebook e empresas como o Twitter, a Google, o Yahoo, o MySpace, a AOL, o eBay, Amazon e outros, exceto a Microsoft, devem estar preocupados. Parece que a Microsoft está satisfeita com sua parceria com o Facebook, e talvez com razão. Há a possibilidade de parceria com o Bing, o que faria muito sentido.

Para todos os outros players da web, a preocupação é que o Facebook está tentando fechar o ciclo em possuir a atenção dos usuários. Aparentemente o Facebook não está satisfeito em apenas conectar as pessoas; ele quer conectar pessoas e conteúdo. E não é só isso, ele quer fazê-lo por toda web, e não só as pessoas, mas os amigos. Não é preciso analisar tanto para ver que o Facebook está criando um loop de feedback, que além do próprio Facebook, inclui os usuários e o resto da web, e genialmente exclui seus concorrentes.

Algumas coisas podem ser feitas pelos outros grandes players, a pior delas é tentar imitar o Facebook. O “eu também faço isso” que sempre vimos por muitas vezes recentemente, ainda não deu certo, e não é agora que irá funcionar. A segunda melhor escolha é tentar bloqueá-lo. Por mais estranho que pareça, pode funcionar. Há muitas preocupações de editores e usuários, e uma campanha cuidadosamente coordenada pode muito bem prejudicar esta iniciativa.

A terceira opção, aceitar e estender esta plataforma, tentar inovar em cima dela. Esta possivelmente é a melhor jogada. Inovação sempre superou a estagnação na web. O problema é que talvez não seja tão fácil abraçar esta iniciativa. Afinal, não parece que o Facebook pediu uma reunião com todos para que aconteça uma cooperação. Ele pode não estar aberto à cooperação, mas caso esteja, este é o melhor caminho a seguir.

Tecnicamente, o que o Facebook fez é elegante e correto. Tudo o que foi anunciado é moderno e impressionante. O pouco que falta é que o Facebook parece ser o único repositório de dados dessa equação – e isso faz com que toda oferta seja fechada. Os editores e usuários não têm escolha quanto ao local onde armazenar os dados. Eles vão para o Facebook, e pronto. Talvez haja uma maneira de reformular o sistema de uma forma que isso seja corrigido, mas quem sabe.

Implicações para o Facebook

zuckerberg Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Evidente que este anúncio é outra jogada importantíssima do Facebook. Antes da conferência, o Facebook era a maior rede social do planeta. Se isso tudo realmente acontecer, o Facebook será a maior rede de pessoas e conteúdo do planeta.

Obviamente o Facebook precisará construir uma tecnologia diferente. Ele já aperfeiçoou a sua rede social, mas a parte da análise semântica, os sistemas de recomendação, as categorias, e também o armazenamento aberto de interesses (read/write), isso é completamente novo para a equipe. O maior desafio para o Facebook será a injeção, re-entrega e, principalmente, fazer uso dos dados que irão chegar.

Para se preparar para esta próxima fase de sua vida, o Facebook precisará fazer muitos cálculos e renovar completamente a interface do usuário. Mas a maior experiência e desafio será a entrega de relevância. A Google teve sucesso com a busca; o Facebook agora terá o desafio de trazer relevância para o campo das recomendações e dos anúncios baseados em interesses.

Implicações para a Web Semântica

semantic web stack Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Uma das partes mais emocionantes de tudo isso é o possível avanço em tornar a web semântica. Já falamos sobre a web semântica aqui, e tem sido uma paixão para muitos dos nossos autores. O que o Facebook anunciou tem chance de tornar grande parte da web dos consumidores semanticamente marcada por categorias. Editores e sites finalmente terão um forte incentivo para utilizar as tags e ter tráfego de retorno do Facebook.

O protocolo real que o Facebook sugeriu é muito simples. Para descrever o objeto desta página, o proprietário do site precisa especificar o título, o tipo de objeto, imagem, url e o nome do site usando meta tags simples. O formato é extensível e tags adicionais podem ser adicionadas. Por exemplo, para um livro, um site pode adicionar um número ISBN. Este formato deixa margem para ambigüidades. O objetivo clássico das marcações semânticas é para se referir a entidades precisamente; por exemplo, adicionando o diretor ao filme, ou as datas nos remakes. O protocolo do Facebook não parece ter isso.

Muitos tentaram efetivar as marcações na web como o RDF, o microformats, o Google Rich Snippets, o Search Monkey do Yahoo (baseado no RDF e no microformats), e recentemente o abmeta. De todos esses formatos, o Facebook é mais semelhante ao abmeta, isso porque a marcação é colocada em meta tags, e é simples e legível. Esta simplicidade é a chave para uma adoção mais ampla.

fb protocol Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?

abmeta Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?

Esta é uma grande oportunidade para a web semântica finalmente atingir o consumidor e criar vida.

Implicações para os Desenvolvedores

source code Como o Facebook Open Graph Afetará sua Vida?Cada nova plataforma rica que tem sido implementada nos últimos anos apresentou uma grande oportunidade para os desenvolvedores e esta não é exceção. Ainda não sabemos que tipo de aplicações serão construídas em cima do novo Facebook, mas sabemos que serão poderosas. Esta plataforma tem o potencial para dar origem a um novo tipo de personalização e economia de atenção que as pessoas têm falado por anos. Claro que também tem a chance de dar errado, mas sejamos otimistas.

Esta será uma corrida pelo ouro para aplicativos que deve durar pelo menos um ano, assim como foi a última. É muito cedo para dizer se esta será uma plataforma que sobrevive sem prejudicar seus participantes. No entanto, é muito provável que os melhores aplicativos desenvolvidos nesta plataforma serão do Facebook. Ainda assim, aqui está uma grande oportunidade para desenvolvedores, e o céu é o limite.

Xeque-mate?

Facebook fez uma grande jogada de xadrez. Pode ser que seja um xeque-mate para seus concorrentes, ou talvez possa ter de perder outra peça. Seja qual for o caso, no momento existem grandes implicações para o Facebook, seus concorrentes, editores, usuários e para a web em geral. O que o Facebook anunciou não pode ser ignorado e nem desfeito. Todos precisam descobrir qual será o próximo passo e assim, saberão o que fazer.

Somente o tempo dirá, mas creio que algo positivo sairá disto. Caso esteja errado, vamos dar algum crédito ao Facebook pela tentativa de inovação e de re-imaginação da web.

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RWW Pergunta: Você Prefere Android ou iPhone?


Ontem, após o lançamento do iPhone OS 4 trocamos alguns tweets empolgados comentando o novo lançamento da Apple. E como esta discussão costuma levantar os ânimos das duas partes, tentamos juntar aqui alguns pontos interessantes sobre cada uma das duas plataformas e pedimos sua opinião. Nós queremos saber: Quem é mais querido pelos nossos leitores, o Android ou o iPhone?

g1sales RWW Pergunta: Você Prefere Android ou iPhone?

iPhone

A Apple provavelmente se consagrou como uma das empresas mais inovadoras da década passada com o pioneiro iPhone. Foi o primeiro smartphone pensado para navegar de verdade na internet. Pouco tempo depois, a empresa conseguiu novamente revolucionar o mercado móvel, criando seu ecossistema de aplicativos, e cativando (e também irritando) a comunidade de desenvolvedores. Todo esse mérito pode ser notado nas estatísticas do aparelho. É líder de mercado, possui uma comunidade de usuários super engajada e com isso já vendeu mais de 80 milhões de unidades.

Na nossa opinião o iPhone leva vantagem por possuir hoje um vasto arsenal de aplicativos e ter lançado ontem 2 grandes trunfos, o iAd e o Game Center. A experiência de uso do iPhone no geral é mais fluida, os aplicativos possuem interfaces mais consistentes e existem mais chances de se encontrar aquele aplicativo que só você precisa na App Store que no Android Market.

Mas tudo isso tem um preço, A Apple limita vários recursos desnecessariamente, tem políticas questionáveis com os desenvolvedores, e o iPhone é 100% dependente do iTunes. Ficar do lado do iPhone é saber que você nunca vai ter acesso ao Google Voice no seu celular e que jamais terá a liberdade de poder instalar o Opera no lugar do Safari, ou usar flash por exemplo. Além disso, o iPhone está deixando de ser o trendsetter, para incorporar o que o Android já fazia a bastante tempo: Multitasking, gestão eficiente de alertas, efeitos na câmera, entre outras coisas.

Android

O grande xodó do Google nasceu fraquinho, com várias limitações, mas carregando uma bandeira de liberdade. O Android veio para ser o inimigo da plataforma fechada da Apple, completamente Open Source e independente do iTunes. Começou com aparelhos mais lentos, maiores e mais  feios que o iPhone, sem multitouch e sem uma série de outros recursos que consagraram seu concorrente. Mas o sistema evoluiu rápido. Desde seu surgimento, na forma do G1, até o primeiro celular branded do Google, o Nexus One foi uma longa caminhada e hoje o sistema está maduro.

Hoje quem quiser um aparelho com Android encontra opções tão bonitas, e com hardware de qualidade igual ou superior a do iPhone. O Android também é bastante democrático, saindo desde aparelhos mid-end até modelos top de linha, portanto pode ser uma alternativa muito interessante para quem quer um aparelho com recursos avançados e preços sem o custo da maçã atrás. Hoje já existem versões do Android portadas para carros, TVs, e netbooks, não se assuste caso em breve apareça uma geladeira com Android perto de você.

A conexão opcional com contas do Google e o suporte oficial também são outro ponto de destaque. Um aplicativo dedicado do Gmail? Só o Android tem. Sincronização nativa de contatos wireless ou 3g? Ele tem. E configurar todo o telefone apenas entrando seu gmail e sua senha parece mágica.

Trabalhar com widgets além de aplicativos é outro ponto forte. Mas como nem tudo são flores, também temos limitações:

Apesar da velocidade acelerada de crescimento, o Marketplace do Android ainda é apenas uma pequena fração da AppStore. Se você precisar de uma calculadora financeira HP12c, ou do aplicativo do Linkedin, eles não estarão lá, e isso é um saco! Por outro lado, os grandes hits do iPhone estão todos lá: Foursquare, Gowalla, Facebook, Evernote, Seesmic, WordPress, Mobile Google Analytics e outros. É uma questão de tempo, mas assim como os usuários do iPhone tem que esperar por multitasking, os usuários do Android tem que esperar, pois os aplicativos chegam depois aqui. Outro aspecto são as interfaces. A falta de moderação da Appstore do Android acaba por gerar alguns frankensteins, com interfaces péssimas. Hoje as interfaces do SO já são tão boas quanto as da Apple, mas isso ainda não é verdade para o Marketplace. Talvez seja apenas uma questão de tempo para que o ecossistema cresça e os melhores se destaquem, talvez não.admob feb10 US share RWW Pergunta: Você Prefere Android ou iPhone?

A briga está esquentando. Android e iPhone já estão quase empatados no tráfego móvel nos EUA (gráfico acima) e nós queremos saber a sua opinião:

Android vs iPhone – Quem leva a melhor?

Ps: é triste que a Microsoft não seja nem citada nesta guerra que é definitiva para as gigantes da web dos próximos anos.

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