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Software como Serviço: Lições Aprendidas


Crescent Cloud   Jet Software como Serviço: Lições Aprendidas

Dharmesh Shah, CTO e fundador da HubSpot, recentemente compartilhou seus pensamentos sobre lições aprendidas com seu produto: as idéias que ele adquiriu na startup de Saas B2B. Descrevendo-as como “lições não tão óbvias de startups SaaS,” o post de Dharmesh contém uma lista de sete observações importantes.

Você está Financiando seus Clientes

A maioria das empresas de SaaS são baseadas em assinaturas. Se você incluir um “Trial de 30 dias,” então levará um tempo antes da receita aparecer. Os problemas de fluxo de caixa surgem como resultado enquanto o dinheiro das assinaturas levam mais tempo, as vendas e os custos de marketing ocorrem desde o início. “Quanto maior o crescimento das vendas, maior a diferença nos cash-flows,” Dharmesh escreveu. “É por isso que as empresas de SaaS frequentemente levantam grandes quantidades de capital.”

Retenção de Clientes é Fundamental

Ao contrário do velho modelo de taxa de licenciamento de software, você não está recebendo dinheiro dos clientes que fazem o download e instalam seu produto. Embora este modelo já tenha utilizado taxas de renovação como forma de manter a receita, no modelo SaaS todas as receitas são receitas recorrentes. Darmesh sugere que você determine seus custos totais de aquisição de clientes e sua receita mensal de assinaturas. Por exemplo, se a aquisição é de US$ 1000 e a renda mensal de assinaturas é de US$ 100, então você precisa manter um cliente por pelo menos 10 meses para recuperar esse custo de aquisição mensal.

É Software, mas Existem Despesas Grandes

Realmente, existem custos de infraestrutura substanciais. “Até o momento em que você estiver rodando de maneira estável, uma instância de controle e qualidade (QA), armazenamentos S3,load balancers, e o tempo de alguém para gerenciar isso tudo (porque algumas dessas coisas irão degradar/falhar), estamos falando de muito dinheiro. Muitos fundadores que não possuem muito conhecimento técnico não lidam com os custos de infraestrutura porque eles pensam ‘ei, agora temos a computação em nuvem, podemos escalar na medida em que a necessidade surge.’ E isso é verdade, você pode escalar de acordo com a necessidade, mas até aí se vão alguns dólares para começar com o básico e depois continuar o serviço.” Dharmesh recomenda que as pessoas conversem com outras empresas de SaaS que estejam dispostas a compartilhar alguns de seus dados para que você possa avaliar seus custos de hospedagem.

Vale a pena Conhecer seu Funil

Verifique segmentação do seu funil de vendas e de marketing o mais cedo possível. O que chama a atenção dos clientes em potencial? Qual é a taxa de conversão dos visitantes de seu site? “Quanto melhor você conhecer o seu funil, melhores decisões serão tomadas se tratando dos investimentos de seus recursos limitados.”

Você Precisa de Indicadores do Negócio

Embora haja muitas coisas que você possa ajustar nos negócios de SaaS – preços, pacotes, recursos, por exemplo – é tentador o ajuste de muitas coisas ao mesmo tempo ou até mesmo com mais pressa. Dharmesh adverte que as experimentações devem ser controladas e todos os indicadores monitorados

Visibilidade para Deixá-lo mais Rápido

Segundo Dharmesh, Devido ao curto ciclo operacional das empresas de Saas, você é capaz de identificar com mais rapidez quando “coisas ruins começam a acontecer.”

A Interface e a Experiência do Usuário Contam

Uma boa interface do usuário é fundamental para obter e manter clientes, e assim, o design deve ser elemento chave da sua SaaS. “Comece a procurar por designers talentosos e grandes profissionais para trabalhar na sua experiência do usuário.”

Se você trabalha em uma empresa de SaaS, possui alguma outra “lição” para compartilhar conosco?

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O que Startups Podem Aprender com Jogos Online? – Parte 1


Foi-se o tempo em que video-games e jogos online eram coisas para crianças e adolescentes. Hoje, o lado social, político e estratégico dos Massive Multiplayer Online Games (ou MMOGs) têm atraído muito mais a atenção de adultos, principalmente por causa da complexidade envolvida nestes jogos.

Os desafios que este tipo de jogo coloca diante dos jogadores, força-os a criar estratégias e estruturas organizacionais que tem despertado o interesse de líderes e empreendedores ao redor do mundo.

Recentemente, nós publicamos um artigo que mostra exatamente este interesse e como alguns empreendedores já vem observando o modo como os jogadores têm se comportado para resolverem problemas complexos em conjunto.

Neste artigo porém, vamos aprofundar um pouco mais neste assunto e explorar mais os aspectos que fazem de jogos como World of Wacraft e Darkfall Online bastante interessantes do ponto de vista de aprendizado para empreendedores.

Organização dos Jogadores

A estrutura básica de organização de jogadores nestes dois jogos são as guildas (ou clãs). A representação de uma guilda no mundo dos negócios seriam as próprias empresas.

Em jogos como WoW e Darkfall, os objetivos de uma guilda são diferentes, porém a estrutura organizacional é bastante semelhante.

Sempre existe um líder da guilda (CEO), um grupo de oficiais (Diretores ou Gestores) e um conselho (Board). O restante da guilda pode possuir um ou mais níveis hierárquicos dependendo do número de membros.

Objetivos, Estratégias e Processos

Em Word of Warcraft os objetivos de uma guilda giram principalmente em torno de derrotar criaturas cada vez mais poderosas e conseguir recompensas mais valiosas. Se a guilda consegue derrotar uma destas criaturas ela recebe uma recompensa que é dividida com os membros conforme critérios de participação e desempenho nas empreitadas da guilda.

A participação dos membros é acompanhada de muito perto. Em WoW existem vários tipos de personagens (classes) que poderiam ser comparados aos papéis diferentes que cada colaborador exerce dentro de uma empresa (desenvolvedores, designers, etc). Cada uma destas classes normalmente possui um coordenador, que também tem o papel de repassar todo o conhecimento da guilda com relação àquela classe para os seus coordenados e assim diminuir ao máximo a curva de aprendizado destas pessoas. Se alguém daquela classe falha, o coordenador daquela pessoa deve descobrir o porque, e tentar corrigir para garantir que não aconteça da próxima vez.

A estratégia para se alcançar um objetivo deve ficar clara para toda a guilda. Isto exige que ela seja repassada desde o líder (ou alguém que ele designar) até os membros comuns.

A comunicação desta estratégia normalmente ocorre em dois momentos. No primeiro momento, o líder (CEO) repassa a estratégia de uma forma geral para toda a guilda, explica quais são os objetivos e quais serão os responsáveis por cada tarefa. Em um segundo momento, os Coordenadores de classes, entram em detalhes sobre quando, como e o que cada um de seus coordenados deverá fazer durante a execução da estratégia.

Todos os passos da execução são medidos. O líder sabe exatamente, quanto cada membro da guilda performou. No final de cada execução, ele sabe quem são os superstars do seu time, quem são os elos fracos, e possui números suficientes para decidir o que fazer com a equipe que ele tem disponível.

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Guilda se preparando para a execução da estratégia

Ele tem todas as informações necessárias poder analisar, buscar respostas e tomar decisões que possam otimizar a estratégia.

Derrotar a criatura e atingir o objetivo depende apenas da guilda. Depende que todos executem aquele processo, exatamente como planejado. Se no final da execução o objetivo não for alcançado, os líderes discutem com a guilda para avaliar se houve uma falha de execução ou uma falha na estratégia.

Após as conclusões, a guilda se ajusta, redefine a estratégia ou mitiga os riscos de execução, seja trocando responsáveis pelos papéis críticos de lugar (colocando um jogador mais experiente por exemplo) ou modificando as atividades nos pontos que falharam.

A guilda executa o processo, avalia os resultados, aprende e se ajusta. Além disso, os líderes se organizam para percorrer este ciclo cada vez mais rapidamente, porque sabem que gastando menos tempo neste ciclo, eles podem executar a estratégia mais vezes, consequentemente aprender mais rápido e atingir a meta mais cedo.

Se o objetivo for alcançado, todos os envolvidos são gratificados com pontos de participação. Estes pontos podem ser trocados posteriormente por tesouros mais raros que a guilda conseguir.

Em WoW, alcançar um objetivo significa duas coisas: A guilda aprendeu, e a guilda executou o seu processo com perfeição.

LIÇÕES

1) Conheça seus superstars e seus elos frágeis. Eles podem comprometer sua estratégia.
2) Crie uma forma eficaz de transmitir a mensagem. Tenha certeza que todos conheçam o seu papel para que a estratégia tenha êxito.
3) Tenha pessoas acompanhando e se esforçando para diminuir a curva de aprendizado dos mais novos.
4) Escute o máximo de pessoas que puder dentro da sua organização, eles podem ter uma idéia melhor para resolver seu problema.
5) Reconheça e gratifique os responsáveis pelo sucesso de sua organização.
6) Execute, meça, aprenda e ajuste. Repita.
7) Otimize o tempo para executar o ciclo do item anterior.

CONCLUSÃO

Nós podemos relacionar WoW a uma organização que conta com a execução de um processo bem definido para atingir seus objetivos. Mas existe uma diferença, cada novo desafio da guilda requer o aprendizado de um novo processo. Daí surge a necessidade crítica de percorrer o ciclo de Execução, Medição, Apredizado e Ajuste o mais rápido possível. Quanto menos tempo este ciclo levar, mais execuções serão realizadas e mais rápido a guilda irá aprender, consequentemente seus objetivos ficam cada vez mais próximos.

No próximo artigo desta série você saberá o que é possível aprender sobre posicionamento de mercado com um MMOG chamado Darkfall Online.

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Design Deve ser Prioridade Para Uma Startup?


colors feb10 Design Deve ser Prioridade Para Uma Startup?Sempre ouvimos a expressão “nunca julgue um livro pela capa”, mas vamos ser realistas, quando entramos em um site inferior esteticamente, nós automaticamente questionamos a qualidade dos serviços que ele oferece. Um tema que começamos a cobrir com mais freqüência, e que acreditamos, é a importância do design das startups.

De acordo com o investidor anjo do Vale do Silício, Dave McClure, o design deve ser uma das principais prioridades para startups, e não uma reflexão tardia. Hoje em dia, como explica McClure em um artigo recente da BusinessWeek.com, o conhecimento técnico e os custos necessários para desenvolver novos produtos de tecnologia baseada em software está num nível muito mais acessível do que era anos atrás, o que significa que as startups podem investir mais com design e usabilidade.

“É realmente muito fácil desenvolver um aplicativo web ou um site hoje em dia,” escreve McClure. “Mas ainda é incrivelmente difícil criar interfaces atraentes visualmente e, além disso, projetá-las de maneira chamem a atenção e conseqüentemente agradem e consigam mais clientes para novos produtos.”

Linguagens de programação podem ser aprendidas através de estudo e prática, mas ter o dom com design é um talento inato. Isso não significa que não existam pessoas que são mestres dos códigos que nasceram para a prática de seu ofício, ou que a engenharia sólida não seja crítica para o sucesso de uma startup, mas o design é um talento artístico e criativo que as startups precisam ter internamente.

Mais importante, o design de um produto é o meio através do qual os usuários vão interagir todos os dias. Opiniões serão formadas, positivas ou negativas, e muito mais rápidas do que você pensa. Portanto, antes de focar somente em um time de mestres do código, certifique-se de reservar algum dinheiro para designers de alto nível.

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6 Abordagens para seu Blog Corporativo


hand blogging feb10 6 Abordagens para seu Blog CorporativoVárias startups se perguntam como definir um modelo para seu blog corporativo. A julgar pela freqüência de visitas, a Gartner estava certa em sugerir que os blogs corporativos estão evoluindo e estão a cerca de 2 anos da adoção mainstream generalizada. Essa evolução não veio da noite pro dia. Nos últimos 10 anos nós aprendemos que os blogs corporativos não devem ser usados para press releases, discursos de vendas ou outras formas do famoso jabá. A evolução vem quando você aprende a respeitar seus leitores.

Abaixo estão alguns modelos que você pode adotar para aumentar o diálogo e o engajamento em seu blog corporativo.

1 – O Blog de Operações: Muitos blogs corporativos focam no funcionamento interno das startups e em como as equipes têm conseguido aumentar sua eficiência. Por exemplo, as equipes de marketing têm dissecado seus esforços, o COO fala sobre sua transição para serviços na nuvem e equipes de RH escrevem sobre seus planos de bem estar do empregado. Às vezes a sua história, juntamente com links para fornecedores importantes, é um grande recurso para os outros. Este modelo também oferece alto engajamento por parte dos funcionários e demonstra bastante transparência.

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2 – O Blog Veterano/Inspirador: Este tipo de blog é mais adequado para empresários de segunda jornada, fundadores de agência ou investidores bem estabelecidos. O blog oferece histórias sobre as escaladas da carreira e do mercado e também sobre algumas lições aprendidas pelo caminho. Se você está tentando esta abordagem você já deve estar em uma posição de orientação para os outros, ou resumindo, você é chamado de mentor. Você deseja que as pessoas mencionem seus artigos na esperança de que eles estão revisitando-o como uma fonte de inspiração.

3 – O Blog de Previsões: Tanto o iPad e o Google Buzz têm se destacado nas notícias nos últimos dias. Seu blog corporativo provavelmente não irá ofuscar os artigos dos principais blogs de tecnologia e meios de comunicação, mas você pode oferecer algumas previsões relevantes para sua indústria específica. Por exemplo, se você for um consumidor querendo escrever sobre startups com foco imobiliário, você pode destacar os casos de uso do Google Buzz e os seus recursos de geolocalização neste setor.

4 – O Blog de Pesquisa: Se a sua empresa lida com grandes quantidades de dados anônimos ou se sua startup é especializada em análise e monitoramento, então o blog voltado para pesquisa é uma ótima saída para agregar as suas conclusões e identificar tendências. A melhor maneira de escrever um post é resumir as principais conclusões e fazer sugestões sobre como estes dados podem ser úteis. Este método é frequentemente utilizado por analistas e startups de monitoramento de grandes volumes de dados.

5 – O Blog da Comunidade: Esse tipo de blog realmente só funciona se você tiver um grande número de stakeholders que precisem de seu apoio e orientação. O Planet Mozilla é um grande exemplo de um recurso que incide sobre os eventos internos, no entanto, estes eventos internos ajudam milhares de desenvolvedores de código aberto a contribuir com projetos da Mozilla. Se você possui muitos desenvolvedores fora da empresa, designers ou colaboradores, esta pode ser uma boa opção para você. É um ótimo modelo para projetos open source.

6 – O Bloog Coolhunter: Este modelo talvez seja o mais difícil de seguir, não só porque você tem que estar confiante em sua capacidade de detectar tendências emergentes, mas você também tem que se certificar de que as tendências são relevantes para a comunidade. O Ponoko faz um bom trabalho com mostruário de design enquanto inspira os membros de sua comunidade para construir suas próprias peças. É uma posição difícil, mas recompensadora.

E você, como é o blog da sua empresa? Conhece algum outro modelo?

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